2004 vs 2009
Ou também “razões pelas quais você deve tratar bem seu filhote de rottweiler”
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Ou também “razões pelas quais você deve tratar bem seu filhote de rottweiler”
Os freqüentadores desde blog já se depararam com vários posts sob cães aqui. E alguns deles tem fotos dos meus “bebês”.
Além de um pequeno e simpático vira-latas tenho também três grandes rottweilers, que depois dos pit-bulls é a raça mais mal-compreendida pelas pessoas e odiada pela mídia.
A desinformação é tanta que já ouvi de dono de rottweiler, que a raça é “traiçoeira”. Um sujeito chegou ao ridículo de dizer que ele nunca dá as costas para o rottweiler dele. Que ele entra e sai do canil olhando nos olhos do cachorro.
Pior: tem gente que mistura mentiras propagadas sobre uma raça em cima de outra raça e criam histórias que chegam a ser engraçadíssimas. Por exemplo, existe a lenda de que o cérebro do dobermann é muito grande para o crânio dele e por isso o cachorro sofre constantemente de dor-de-cabeça, o que faria a raça muito irritadiça. É uma lenda engraçada, mas uma pessoa com pouco bom-senso pode achar que é verdade, já que o crânio de um dobermann é realmente pequeno.
Mas outro dia ouvi alguém falando essa besteira, mas trocando dobermann por rottweiler. Esse sujeito obviamente nunca viu um rottweiler. Qualquer um que já tenha visto o tamanho da cabeça de um rottweiler sabe que isso é mentira. Tem crânio ali para dar e vender.
Rotts são ótimos cães quando criados adequadamente (com alguém que confie neles o suficiente para lhes dar as costas, por exemplo) assim como outras raças consideradas perigosas.
Aliás, para quem não sabe, as listas de “raças perigosas” não foi elaborada por adestradores, criadores, veterinários, zootécnicos ou especialistas em comportamento animal. Elas foram criadas por políticos, burocratas e pela imprensa. Esse é um dos motivos que uma raça é considerada perigosa em um lugar (se não me engano dobermann é “perigoso” no RJ) mas não em outro (dobermann é um doce em SP).
O que um cachorro é e como ele se comporta é fruto de genética e meio-ambiente. Um cão é como uma eterna criança. Pode ser aquela coisa chata, pentelha, mandona e birrenta – com caninos afiados e uma mandíbula que consegue partir ossos – ou um exemplo de educação, comportamento e respeito. Tudo depende da criação.
O problema, no meu ponto de vista é quando junta criança com cachorro. É preciso manter vigilância constante e ter certeza de não deixar os dois sozinhos nunca. É preciso levar sempre em conta o fator imprevisibilidade. Por mais educação e esforço que se coloque durante o desenvolvimento esses animais podem sempre te surpreender negativamente e acontecer uma tragédia como essa.
Esq p/ Dir: Pipe & Hurd – Primavera de 2009
Vou ver se consigo convencer a esposa a deixar eu ter um gatinho desses! O primeiro que aparece no vídeo, tendo o queixo coçado pelo cara, fez igualzinho o Hurd costuma fazer quando quer agrado.
Não pode ser tão diferente assim dos meus cães.
Meu amigo Tomás Szpigel do Adestrador Online publicou um vídeo bem interessante sobre conceitos de adestramento.
Se você tem ou pretende ter um cachorro, recomendo fortemente assistir.
Atenção: Esse post é um cross-post com este outro no fórum do Adestrador Online. Se você se interessa por cães, recomendo fortemente este site.
Não sei se mais alguém aqui curte Mythbusters tanto quanto eu, mas acabei de assistir um episódio onde alguns mitos são testados:
1-) Cachorro velho não aprende truque novo
2-) É possível enganar um cão de guarda
3-) É possível enganar um bloodhound
SPOILER abaixo.
Continue reading ‘Mythbusters – Mitos caninos’
E você achando que é muito esperto, né?
Vi primeiro aqui.
O grande trunfo dos marginais é o fator surpresa. O sujeito está lá, atrás do caixa, atendendo um suposto cliente e, do nada, o sujeito puxa um berro e fala “dá a grana”.
Mas ele também pode ser supreendido.
HURD
Ah, sim… comecei no novo emprego e tem bastante coisa interessante pra compartilhar. Mas tô com preguiça. E como o blog é meu, vou só postar uma foto do meu cachorro. Obrigado.