Miss Califonia
Não acho que ela tenha escrito o discurso, mas assino embaixo.
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Não acho que ela tenha escrito o discurso, mas assino embaixo.
Não sei vocês, caros leitores, mas eu odeio falar no telefone.
Acho que meu meio de comunicação favorito é email. Você manda quando quiser, seu destinatário lê quando puder e responde se quiser. E ainda tem a vantagem de não ser um sistema 100% confiável então vira e mexe alguma mensagem inútil não é entregue ou então você pode dizer a algum pentelho que não recebeu nada dele.
Depois do email gosto de IM (Instant Messengers). No IM você configura sua presença de forma que todos os seus contatos saibam se você está ocupado, disponível, ou fora da sua mesa. Ainda te dá a flexibilidade de ler uma mensagem só quando puder e responder se quiser e – o mais legal – a maioria dos IMs tem uma função pra bloquear alguém. O famoso “fala com a minha mão”.
Por último apelo pro contato pessoal. Simplesmente levanto da minha mesa e vou até a mesa de quem quero conversar. De longe já dá pra saber se a pessoa está ocupada, falando no telefone, de mau-humor, coçando o saco, etc. Além disso o sujeito precisa te dar o mínimo de atenção e normalmente, com a pressão certa, você consegue resolver as coisas rapidamente.
Mas o telefone… Já começa mal: O telefone toca. Ele rompe o silêncio e a paz, normalmente com um som estridente e incômodo. Aquele pra te fazer atender mesmo, já que ficar ouvindo é insuportável. Eu não sou de muitas manias e esquisitices, mas algo que me irrita profundamente é telefone tocando. Já quase atendi telefone em casa/escritório alheio, de tanto que irrita.
Pior ainda quando você está no banco, no médico ou qualquer outro lugar sendo atendido por alguém e essa pessoa quer mostrar que está dando toda a atenção pra você ignorando o telefone que toca desesperadamente. Eu sempre interrompo a conversa e falo: Atende isso, por favor.
No telefone também não tem jeito de você já deixar configurado se está ocupado, resolvendo um puta problema, assistindo TV ou só querendo um pouco de paz. Não tem AWAY/DND/Invisible Mode.
Pior… no telefone as pessoas não tem dão 100% de atenção. Você passa 5 minutos descrevendo o problema pro cara do suporte e quando termina de falar o nego solta: “Desculpa, senhor. O sistema está lento. Pode repetir”? Cacete… se tivesse na frente do nego nem começava a falar antes de ver ele na telinha do sistema.
O telefone também exige respostas rápidas, mas normalmente vem desprovidas de compromisso, pois ou o cara respondeu sem prestar atenção, ou respondeu que sim enquanto fazia aquela cara de “não faço idéia do que você está falando” – mas você não viu isso – ou simplesmente respondeu e não anotou.
Pior: O telefone não gera registro, não guarda log, não serve como evidência. E em vários países você não pode gravar uma ligação sem consentimento de todas as partes. Algo que é automático com email e IM simplesmente não existe com telefone.
Repetir conversa então? No email eu simplesmente copio 10 destinatários e todo mundo recebe a mesma mensagem. Se daqui 1 mês alguém disser que “isso nunca foi discutido” eu simplesmente reencaminho um email antigo. E no telefone?? “Lembra que conversamos sobre isso? Não? Me ferrei então, né?”
O telefone também falha por não mostrar as expressões corporais e faciais do seu interlocutor. Será que minha conversa está agradando? Estou entediando meu interlocutor? Ou será que nego já me colocou no mudo e tá me ignorando faz tempo?
Pior ainda quando são aquelas conference-calls intermináveis, que entra e sai gente o tempo todo. Sempre tem um desgraçado que coloca na espera e entra musiquinha tocando pra todo mundo. E aquele outro imbecil que tem um telefone GSM e fica recebendo SMS a cada 1 minuto. Com o celular do lado do telefone, pra criar bastante interferência mesmo.
Sem contar nego que assobia, tosse, batuca…
Por mim telefone poderia ser banido. Acho que pior do que telefone só video-conferência, que além de todas as desvantagens do telefone ainda te impede de utilizar a tecnologia de pijamas ou dando uma mijada…
Vídeo interessante sobre a tendência demográfica mundial. Só não entendi o pedido no final. Basicamente eles tão pedindo pra gente filhos? Thanks, but not thanks.
Qualquer cristão que tenha freqüentado a escola dominical ou tenha lido um pouco a bíblia sabe que seremos alvos de perseguição, preconceito e até violência. Ou, corrigindo o tempo verbal, somos alvos.
Os missionários que se arriscam na janela 10 40 são freqüentes vítimas de prisão política (ou religiosa), estupros e assassinatos e não é de se esperar menos, tendo em vista os países que estão nessa região.
Porém o que anda me surpreendendo ultimamente é o ataque cada vez mais intenso em países tradicionalmente cristãos, como EUA e até o Brasil.
O que me irrita não é o fato de alguém defender sua posição de ateu, agnóstico ou seja lá o nome que preferir adotar. O que me deixa tiririca é que essa nova ondinha de pessoas “Sou ateu, graças à Deus” está montando um perfil padrão para todos os cristãos que assume que somos totalmente otários.
Ontem mesmo rolou no Twitter (preciso falar desse treco ainda) e hoje em vários blogs um post do Edir Macedo pedindo “ajuda de custo” pro blog dele. Segundo o infeliz custa mais de 100 mil reais por mês manter o tal.
A consequencia disso é que alastrou igual fogo pela internet e mais uma vez rolou a estampa: “Só otário mesmo para acreditar em Deus”.
Além disso acabei de assistir um vídeo no youtube em que o sujeito compara Deus com uma garrafa de leite, chegando no final do vídeo à conclusão que Deus tem tanto poder quanto a última. Os argumentos do cara fazem algum sentido para quem não é cristão, apenas do ponto de vista estritamente lógico, mas o que me irritou no vídeo é que o sujeito desenvolve a idéia dele de tal forma que no final do vídeo a única conclusão é a seguinte: Ou você acredita em Deus ou você é uma pessoa inteligente. As duas coisas não pode co-existir.
É realmente irritante como algumas pessoas apelam para a ciência para mostrar que Deus não existe. Ciência e religião são tão distantes quanto português e matemática. Você jamais vai provar o teorema de pitágoras fazendo analise sintática e morfológica da equação. Não se mede/comprova/audita/exclui Deus através da ciência.
Durante muitos anos a ciência sofreu na mão da religião (que o diga Galileo) e agora os cientistas querem que a religião sofra na mão deles. Tudo bem, ambas estão em última instância embaixo da liberdade humana, mas não esperem que eu vá ser chamado de otário e achar bonito.
E não que eu seja inteligente, longe disso…
Flashmob é um termo que signifca uma demonstração pública, manifestação, bagunça ou algo do tipo que acontece muito rapidamente. Normalmente manifestações que não fazer o menor sentido e não tem nenhum propósito além de causar confusão (no bom sentido) na cabeça dos passantes e divertir os participantes.
Um exemplo disso é a guerra de travesseiros, que acontece em vários lugares do mundo. Imagine você andando tranquilamente na Avenida Paulista e de repente percebe uma multidão se aglomerando embaixo do MASP em questão de segundos. Cada um deles tira um travesseiro da mochila, do casaco ou de uma sacola e começa a sentar travesseirada em outras pessoas (que estão também armadas com travesseiros). A briga dura uns 2 ou 3 minutos e depois as pessoas simplesmente param e dispersam, como se nada tivesse acontecido.
Engraçado, mas só se você for um adolescente sem muito o que fazer.
Mas algumas pessoas tem a capacidade de melhorar conceitos e criar eventos realmente interessantes com flash-mobs. Algumas empresas também já perceberam que pode ser um golpe publicitário genial.
Tem vários vídeos interessantes no Youtube, e esse foi o mais recente que encontrei. Muito, muito massa.
Como eu queria trabalhar no BOPE, viu? Ia tranquilamente poder mandar uma dessas nums amadores:

Lembrando do post anterior, hoje é o Earth Day. Pra mim e pra esposa, mais do que simplesmente desligar as luzes para economizar uns trocados e ajudar a diminuir o consumo de energia mundial, o desafio é ficar 1 hora sem energia.
Da última vez que teve blackout aqui resolvemos simplesmente ir dormir, já que o cérebro simplesmente trava sem computador, internet, televisão… Mas dessa vez tamos preparados.
Entre 20:30 e 21:30 vamos jantar e jogar truco à luz de velas. Jogar truco só com duas pessoas é muito chato, mas não conhecemos outros jogos de carta.
Se quiserem uma sugestão de rango, segue abaixo um sanduiche que já vou deixar preparado, só pra servir na hora:
Misture o azeite, o vinagre, o sal e a pimenta e misture bem no repolho. Toste o pão, passe a honey mustard, coloque o frango e o repolho em cima.
Ah… e fiquei surpreso de saber que São Paulo e Rio de Janeiro vão participar oficialmente do Earth Hour: http://www1.folha.uol.com.br/folha/ambiente/ult10007u542075.shtml
Já viajei um bocado de avião e ao contrário do imaginário popular, os avisos e instruções de segurança não são dadas por lindas, simpáticas e fluentes aeromoças.
São sempre resmungados por mal-humoradas e poucos colaborativas trubufus cuja cara de tédio poderia facilmente transmitir uma doença.
Então da próxima vez que for pegar um vôo vou ver se consigo pela SouthWest Airlines. O preço da passagem já inclui couvert artístico.
Em 2007 o pessoal em Sydney, Austrália, chegou à conclusão que uma única pessoa não pode fazer nada pelo aquecimento global, consumo de energia e queima de combustíveis fósseis (principal fonte de energia por lá), mas poderiam fazer o seguinte: Combinar um dia, um horário e todo mundo desliga as luzes e eletrônicos ao mesmo tempo.
A versão ecologicamente responsável do famoso “de grão em grão a galinha enche o papo”. A idéia deu certo e famílias, empresas e até o governo aderiram, apagando até iluminação pública durante uma hora.
A imprensa gostou, espalhou a notícia e caiu na internet. E ai já era… viral mesmo.
Ano passado a gente participou, desligando tudo aqui por uma hora no dia 29 de Março e vou dizer o seguinte: Não caiu a mão, não perdi a noção de tempo e espaço e, felizmente, não morri por passar uma hora no escuro. E minha conta ainda agradeceu.
Baseado na minha experiência de passar uma hora completamente sem energia, desconectado do mundo – e de volta a normalidade – te desafio a participar dessa mesma aventura radical esse ano. O Earth Day 2009 vai ser no dia 28 de Março às 20:30hrs, no seu horário local.
Sei que só tenho meia dúzia de leitores neste blog, mas se cada tiver o trabalho de postar no seu próprio blog e, mais importante ainda, anotar na sua agenda e lembrar de participar, já podemos falar de algumas centenas de quilos de CO2 não emitidos e algumas dezenas de dinheiros economizados.
Só pra cutucar algumas pessoas que achei/lembrei o link fácil: Júlio, Silvio, Chico, Mezza, Pascal, Fernando Pedro, Diogo, Deborah, Andreyev
Tem muita propaganda ruim aqui para as bandas do norte, mas outras são muito bem feitas.
Essa da Subaru sempre me faz rir.