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	<title>Another Geek Blog &#187; network</title>
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		<title>Sysadmin 201</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Nov 2010 11:00:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eri</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Agora que você já entendeu os pré-requisitos e os pontos negativos e positivos de ser um sysadmin (contando que tenha lido o Sysadmin 101) aqui vão algumas idéias do que buscar tecnicamente. Recebi um bocado de feedback de outros sysadmins sobre o post anterior via twitter ou IM. Se quiserem postar aqui as respostas mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agora que você já entendeu os pré-requisitos e os pontos negativos e positivos de ser um sysadmin (contando que tenha lido o <a href="http://geek.linuxman.pro.br/geek/sysadmin-101">Sysadmin 101</a>) aqui vão algumas idéias do que buscar tecnicamente.</p>
<p>Recebi um bocado de feedback de outros sysadmins sobre o post anterior via twitter ou IM. Se quiserem postar aqui as respostas mais gente vai poder ver. <img src='http://geek.linuxman.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Minha experiência pessoal é como sysadmin de redes (na época basicamente com equipamentos Cisco) e com Linux/Unix. Mas certeza que a idéia geral serve pra quem pensa em seguir carreirar como Sysadmin Microsoft, Oracle ou qualquer outra variação.</p>
<p>Já pegando o gancho aqui vale a pena citar o seguinte: Quanto mais especializado você for melhor você vai ganhar e menor vai ser o mercado de trabalho.</p>
<p>Explicando: Não tem muitos sysadmins especializados em deployment de super-computadores híbridos para análise meteorológica. Esses caras ganham uma boa grana. Mas em compensação quantos super-computadores tem por ai? Você precisa se decidir o quão especialista quer ser e definir seu plano de carreira.</p>
<p>Independente de que tipo de sysadmin que deseja ser existem algumas coisas que, no meu ponto de vista, são extremamente básicas e já vi muito nego que dá carteirada com certificação passando de otário por não saber o básico.</p>
<h2>Redes</h2>
<p>IMHO a primeira coisa a se saber é redes. TCP/IP. Não perca tempo com outras tecnologias se não pretende ser sysadmin de rede. (Vale ressaltar aqui que eu estou em dívida comigo mesmo por ainda não ter estudado IPv6 à fundo).</p>
<p>A impressão que eu tenho é que um sysadmin que não sabe rede é como um médico que não sabe dividir o corpo humano em cabeça, tronco e membros. Mas acredite, isso acontece direto. Quando eu trabalhava com redes era ocorrência diária o time de Windows ou Unix mandar chamados de &#8220;problema de rede&#8221; dizendo que o serviço X ou Y não estava acessível, mas &#8220;o servidor está OK&#8221;.</p>
<p>Não precisava mais do que 5 minutos de troubleshooting pra descobrir que o serviço não estava rodando, que estava dando connection refused, o processo dava reset na conexão ou outra coisa qualquer, totalmente não-relacionada a rede. Faça um favor para você mesmo e evite pagar de otário aprendendo a utilizar ping, netstat, route.</p>
<p>E sysadmins Microsoft em geral parecem ter um especial dificuldade em entender o conceito de &#8220;default gateway&#8221;. Então se você for trabalhar com MS e souber isso, já largou na frente. <img src='http://geek.linuxman.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<h2>Troubleshooting</h2>
<p>E falando em troubleshooting eu deveria ter começado é com isso. Capacidade de efetuar troubleshooting é simplesmente a mais importante qualidade na vida de um sysadmin.  E eu penso que &#8220;troubleshooting skills&#8221; nada mais é do que apenas um nome chique pra &#8220;bom-senso&#8221;, então todo mundo deveria ter, mas 30 segundos na Internet me mostram que isso não é bem verdade.</p>
<p>Apesar de ser uma coisa que eu considero como um talento nato o mesmo com certeza pode e deve ser melhorado. Ao invés de fugir de problemas encare-os de frente e tente resolver todo tipo de pepino que aparecer na sua frente. Faça uma Wiki pessoal utilizando algo como o <a href="http://notebook.google.com">Google Notebook</a> ou <a href="http://www.tiddlywiki.com/">TiddlyWiki</a> e mantenha registro de como solucionou problemas. Estude estratégias de resolução de problemas, como a minha favorita <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Divide_and_conquer_algorithm">Divide and Conquer</a>, e lembre-se sempre que você não é tão especial quanto você acha. Grandes chances de alguém já ter tido o mesmo problema que você está tendo. E nesse caso o Google é seu amigo. Aliás, seguindo o link que o <a href="http://blog.andreyev.net/2010/11/sysadmin-1011.html">Andreyev postou aqui</a>, <a href="http://www.googleguide.com/advanced_operators_reference.html">aprenda a usar o Google direito</a>!</p>
<h2>As bases</h2>
<p>Então considerando que você já está OK com os dois pontos anteriores, vamos falar da sua área de atuação. E aqui vou usar meu exemplo pessoal como sysadmin Linux.</p>
<p>Antes de sair por ai assinando seu email como sysadmin e <a href="http://br.groups.yahoo.com/group/shell-script/message/32123">tomar uma bofetada como essa</a>, conheça muito bem as bases e raízes do sistema. Saiba a diferença entre sistemas derivados de <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/UNIX_System_V">System V</a> e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/BSD">BSD</a>, <a href="http://www.oreillynet.com/linux/cmd/">leia e aprenda</a> a maior quantidade de comandos que conseguir.</p>
<p>Conheça a <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Unix_directory_structure">estrutura de diretórios Unix</a> e o <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Filesystem_Hierarchy_Standard">Filesystem Hierarchy Standard</a> .</p>
<p>Deixe de ser fan-boy de distribuição, já que um bom sysadmin Linux deve ser capaz de sentar na frente de um console, determinar que distribuição está rodando e sair trabalhando. E sim, Ubuntu é lindo, fácil de instalar e cheio de aplicações (eu mesmo uso), mas o fato de você ter ele instalado em dual-boot no seu micro de casa a 6 meses não te qualifica como sysadmin.</p>
<p>Hoje em dia sou preguiçoso, mas no passado já fui mais ativo e perdi as contas de quais distribuições usei. Cheguei a ter uma máquina de teste onde toda semana eu instalava algo diferente, como <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/TurboLinux">TurboLinux</a> e <a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Progeny_Linux_Systems">Progeny</a>. Sempre um exercício interessante.</p>
<p>Considere usar algo um pouco mais baixo-nível por um tempo, como <a href="http://www.slackware.com/">Slackware</a> ou <a href="http://www.gentoo.org/">Gentoo</a>, mas do ponto de vista comercial preocupe-se mesmo com <a href="http://www.redhat.com">RedHat</a>, <a href="http://www.novell.com/home/">SuSE</a> e <a href="http://www.ubuntu.com">Ubuntu</a>. Aliás, minha experiência corporativa até o momento diz que a RedHat reina absoluta. Estudar essa distribuição em particular é interessante. Use o <a href="http://www.centos.org/">CentOS</a> caso, como eu, não tenha US $800 sobrando pra comprar uma licença.</p>
<p>Aprenda a compilar um kernel, compilar pacotes, utilizar gerenciadores de pacotes, e instalar módulos do Perl ou Ruby via CPAN ou Gem.</p>
<p>Por favor, aprenda permissões e saiba parâmetros do chown e chmod. Utilizar o sudoers e saber da existência do /etc/securetty também não machuca ninguém. Não rele no /etc/passwd via editor de texto, mas se realmente não tiver outra opção utilize o vipw!</p>
<h2>Scripting</h2>
<p>Fato: Mais cedo ou mais tarde você vai precisar criar um script pra alguma coisa. Por isso aprenda shell script muito bem. Eu diria que é um diferencial excelente na hora de procurar emprego. Mas nada de aprender mais ou menos e sair cantando de galo por ai. Saber fazer um &#8220;pipe grépe&#8221; não é escrever shell script.</p>
<p>E uma coisa que acompanha shell script tão bem quanto café acompanha leite é expressão regular. Poucos sysadmins conhecem regex e a vida é MUITO, MUITO mais fácil com ela.</p>
<p>E se quiser ir um pouco mais fundo (dica: sempre queira), aprender um outra linguagem mais complexa é sempre interessante. Pessoalmente escolhi Python, mas conheço também um pouco de Perl e gostaria muito de ter tempo pra estudar Ruby. Essas linguagens mais complexas e cheias de recursos podem acabar facilitando sua vida reduzindo a quantidade de código que precisaria para fazer a mesma coisa em Bash, por exemplo.</p>
<p>E aqui vale enfatizar: Não invente moda. Nada de criar um script gigante e cheio de frescura se puder resolver o problema só um find -exec.</p>
<h2>Seja preguiçoso</h2>
<p>Isso mesmo. Pense sempre o seguinte: Como eu consigo executar essa tarefa com o menor esforço possível? Ou então: Como eu posso automatizar essa atividade pra não precisar fazer isso todo dia? E ainda: O que eu posso fazer pra parar de ter esse problema e nego me enchendo o saco todo fim do mês?</p>
<p>Lembre-se que o at, a crontab ou outros schedulers são seus amigos. Criar um daemonzinho utilizando um shell script também pode ser uma saída para algumas coisas.</p>
<p>E caso precise fazer algo que realmente não possa ser 100% automatizado faça uma excelente documentação do processo e deixe em algum lugar disponível para consulta não só sua como de qualquer outro colega. Assim a próxima vez o processo pode passar para mãos mais inexperientes ou simplesmente pra quem estiver disponível. Não precisa ser necessariamente você.</p>
<p>E por falar em preguiça, por hoje chega.</p>

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		<title>Como assistir o Hulu fora dos USA</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Sep 2009 21:34:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eri</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Hulu é um serviço bem bacana. Pra quem não conhece é basicamente uma TV on-demand via Internet com todos os seriados e programas das principais emissoras americanas (aka estado-unidenses). Nele dá pra assistir todos os episódios atuais das séries que estão rolando pelo micro. Sem precisar assinar TV a cabo, de graça e com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.hulu.com/">Hulu</a> é um serviço bem bacana. Pra quem não conhece é basicamente uma TV on-demand via Internet com todos os seriados e programas das principais emissoras americanas (aka estado-unidenses).</p>
<p>Nele dá pra assistir todos os episódios atuais das séries que estão rolando pelo micro. Sem precisar assinar TV a cabo, de graça e com comerciais limitados (normalmente apenas 30 segundos).</p>
<p>Além de ser possível assistir pelo browser você também pode usar, por exemplo, o <a href="http://www.boxee.tv/">Boxee</a> para isso. E é exatamente o que eu queria. Instalei o Boxee na minha AppleTV e quero assisitir programação do Hulu.</p>
<p>A pegadinha? O Hulu só transmite nos USA. Assim que tentei acessar aqui do Canadá tomei uma invertida e o site me mandou procurar minha turma.</p>
<p>Se por acaso você também quiser assistir o Hulu de fora dos USA eu tenho a solução (não, proxy não funciona!). Você vai precisar dos seguintes ingredientes:</p>
<ul>
<li>1 servidor Linux em território americano (acesso root)</li>
<li>1 máquina virtual Linux na rede local</li>
<li>OpenVPN</li>
<li>Capacidade de editar as configurações de rede do seu media-center</li>
</ul>
<p>No meu caso tanto o servidor nos USA como a máquina virtual estão rodando Debian então foi assim a configuração:</p>
<h2>Servidor:</h2>
<pre># apt-get install openvpn
# cd /etc/openvpn/
# openvpn --genkey --secret static.key
# echo -e "dev tun\nifconfig 10.8.0.1 10.8.0.2\nsecret static.key" \
&gt; tun0.conf
# echo 1 &gt; /proc/sys/net/ipv4/ip_forward
# iptables --table nat --append POSTROUTING --out-interface \
eth0 -j MASQUERADE
# iptables --append FORWARD --in-interface tun0 -j ACCEPT
# nohup openvpn --config /etc/openvpn/tun0.conf &amp;</pre>
<h2>Máquina virtual:</h2>
<pre># apt-get install openvpn
# cd /etc/openvpn/
# scp user@server:/etc/openvpn/static.key .
# echo -e "dev tun\nifconfig 10.8.0.2 10.8.0.1\nsecret static.key" \
&gt; tun0.conf
# echo 1 &gt; /proc/sys/net/ipv4/ip_forward
# iptables --table nat --append POSTROUTING --out-interface \
 tun0 -j MASQUERADE
# iptables --append FORWARD --in-interface eth0 -j ACCEPT
# nohup openvpn --redirect-gateway --config /etc/openvpn/tun0.conf &amp;</pre>
<h2>Media Center:</h2>
<p>A partir de agora você deve configurar o default gateway do seu media center para ser o IP local da sua máquina virtual.</p>
<p>Pronto. Agora a única coisa que te impede de assistir de fora dos USA é a latência da sua conexão internet e sua largura de banda. Ah, sim&#8230; e caso você já tenha acessado o Hulu alguma vez sem usar essa gambi você precisa limpar cache/cookie do seu media center antes de tentar pelo túnel.</p>
<p>E agora que você já entendeu o processo, tavez queira melhorar um pouco a configuração da VPN, talvez se tiver um firewall mais bacana fazer uma configuração melhor no iptables principal e coisas do tipo. Se tiverem idéias para melhorar postem nos comentários.</p>

	Tags: <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/appletv" title="appletv" rel="tag">appletv</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/boxee" title="boxee" rel="tag">boxee</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/debian" title="debian" rel="tag">debian</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/hulu" title="hulu" rel="tag">hulu</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/linux" title="linux" rel="tag">linux</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/network" title="network" rel="tag">network</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/openvpn" title="openvpn" rel="tag">openvpn</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/vpn" title="vpn" rel="tag">vpn</a><br />
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		<title>Causos &#8211; 2</title>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2009 12:30:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eri</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Continuando no assunto do post anterior, mais alguns causos&#8230; Balança, mas não cai Acho que não tem nada mais subjetivo do que a reclamação &#8220;está lento&#8221;. E um dia, ainda naquele cliente que falei anteriormente e &#8211; de novo &#8211; com localidade no Brasil, recebo um ticket com reclamação de que &#8220;a rede está lenta&#8221;. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Continuando no assunto do <a href="http://geek.linuxman.pro.br/geek/causos">post anterior</a>, mais alguns causos&#8230;</p>
<h2>Balança, mas não cai</h2>
<p>Acho que não tem nada mais subjetivo do que a reclamação &#8220;está lento&#8221;. E um dia, ainda naquele cliente que falei anteriormente e &#8211; de novo &#8211; com localidade no Brasil, recebo um ticket com reclamação de que &#8220;a rede está lenta&#8221;.</p>
<p>Olhei nas ferramentas e não tinha nenhum alerta. Os gráficos mostravam que o uso do link estava abaixo ou na média do uso normal dos últimos 12 meses. Nada estranho&#8230; Mas mesmo assim peguei uma das ferramentas de test e mandei um burst pra cima do router pra ver o troughput. Tudo normal. Só pode ser frescura de usuário, pensei.</p>
<p>Liguei pra localidade e falei com o responsável técnico, que fez aquela voz de &#8220;não, logo depois que abri o chamado voltou ao normal&#8221;. Maldito.</p>
<p>Uns dias depois outro chamado, mesmo diagnóstico, mesma conversa. &#8220;logo depois voltou ao normal&#8221;. E isso aconteceu umas 3 ou 4 vezes até eu resolver olhar mais fundo no problema e descobrir um monte de erros de CRC no roteador. E ai pude ver que realmente, cada vez que tinha um chamado eu podia olhar que o número de erros de CRC tinham aumentado. Resolvi abrir um chamado com a telco.</p>
<p>Técnico da telco vai até o local, umas 4 ou 5 vezes e nunca acha nada. Por via das dúvidas trocam o router. E nada. E o tempo (meses) se passam sem solução. Nego resolve então trocar o CSU/DSU. E nada. Depois disso a telco apelou. Trocaram TODO o equipamento de rádio, exceto pela antena, e NADA.</p>
<p>Bom&#8230; como a única coisa que não tinha sido trocada era a antena, o problema só poderia ser lá. A Telco resolveu arcar com a despesa e mandou uma nova, para ser instalada no topo do prédio, igual a outra. No dia da substituição a equipe chega lá, arranca a antena velha, coloca a antena nova e desce pra sala de comunicação pra fazer os testes.</p>
<p>Uns vinte minutos depois, com tudo funcionando 100% tasca-lhe erro de CRC. Mandam o nego pra cima do telhado de novo, ele começa a diagnosticar a antena, quando percebe que apesar de uma árvore na entrada da empresa não estar na frente da antena, cada vez que batia um vento um galho bem grande e carregado de folhas/frutas entrava na frente do link.</p>
<p>Sem vento, sem problema. Com vento, galhos na frente da antena. Um problema tão simples demorou quase 6 meses para ser resolvido simplesmente porquê ninguém sequer imaginava que poderia ser isso.</p>
<h2>Desculpas (válidas) para não resolver problemas</h2>
<p>No time de WAN muitos problemas que tínhamos eram unicamente relacionados a coisas físicas. É muito mais comum faltar energia numa localidade do que um router Cisco perder a configuração. E isso é péssimo, pois tínhamos um SLA com o cliente e sofríamos uma pressão enorme de tudo quanto é canto para resolver problemas impossíveis dentro de um período de tempo ridículo.</p>
<p>Todas as vezes que tínhamos um chamado prioridade 2 ou prioridade 1, no dia seguinte tínhamos que comparecer a uma reunião de &#8220;chamados críticos&#8221;. E ai de você se o chamado tinha estourado. E PIOR AINDA se o chamado ainda estivesse aberto quando você chegasse na reunião.</p>
<p>E como se isso não fosse o bastante, seguindo uma mistura de ITIL e outras metodologias, era preciso que todos os chamados fechados tivesse: Trigger, Workaround, Impact, Root Cause e Prevention.</p>
<p>Vou dar alguns exemplo de explicações que tive que dar em algumas reuniões e vocês, por favor, me ajudem a identificar os pontos acima. Principalmente a parte de &#8220;Prevention&#8221;:</p>
<p>- A localidade está fora do ar porquê roubaram os cabos dos postes (adivinha em que país foi isso?)</p>
<p>- Não pudemos restaurar a conectividade da fábrica porque passou um furacão e destruiu o POP da Telco (Flórida/EUA)</p>
<p>- O ticket estourou porquê o carro da telco foi roubado e os técnicos feitos reféns durante a noite (México)</p>
<p>- Perdemos o SLA porquê está tendo uma revolução popular e os técnicos se recusam a trabalhar (Bolívia)</p>
<p>- Um trem descarrilhou e quebrou a fibra óptica que passava do lado dos trilhos. (Brasil)</p>
<p>- Sem previsão para essa localidade voltar. O last mile é subterrâneo e por causa da enchente que teve foi tudo pro quiabo. (EUA)</p>
<p>- A telco não trabalha de final-de-semana (wtf?!) (Porto Rico)</p>
<p>- O escritório nessa localidade foi fechado. No final de semana desligaram tudo e não avisaram ninguém. (Chile ou Bolívia. Não lembro)</p>
<p>- Um caminhão derrubou o poste na frente da empresa. (Brasil)</p>
<p>- A mesma tempestade de neve que derrubou o link fechou as estradas e os técnicos não puderam ir pra localidade resolver o problema (Canadá).</p>

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		<title>Causos</title>
		<link>http://geek.linuxman.pro.br/geek/causos</link>
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		<pubDate>Tue, 05 May 2009 18:41:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eri</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Acho que todo mundo em IT tem uns causos pra contar e agora pouco enquanto o micro fazia upgrade do meu Ubuntu fiquei pensando em alguns que aconteceram comigo ou com alguém que trabalhou diretamente comigo. Portando nenhum desses é do tipo &#8220;ouvir falar que&#8230;&#8221; Os causos aqui aconteceram mesmo. Outage em feriado Minha equipe [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que todo mundo em IT tem uns causos pra contar e agora pouco enquanto o micro fazia upgrade do meu Ubuntu fiquei pensando em alguns que aconteceram comigo ou com alguém que trabalhou diretamente comigo. Portando nenhum desses é do tipo &#8220;ouvir falar que&#8230;&#8221;</p>
<p>Os causos aqui aconteceram mesmo.</p>
<h2>Outage em feriado</h2>
<p>Minha equipe na época (eu ainda morava no Brasil) era composta de 10 pessoas dedicadas à WAN de um grande cliente multinacional. Para ninguém ficar muito de saco cheio de problema do dia-a-dia nem muitos projetos ficarem empacados a gente revezava a posição de on-call. Eu, como nunca fui muito de viajar ou passear não ligava de pegar on-call de feriado e por isso peguei quase em seqüencia uns 3 ou 4 feriados prolongados nacionais.</p>
<p>Bom&#8230; e ai tinha uma localidade, em São Paulo, que dava pire-paque toda vez que eu tava de on-call. E pior: todos os telefones de contato que eu tinha para a localidade tocavam até cair durante esses outages.</p>
<p>Eu tinha a <em>escalation list</em>, então quando eu não conseguia falar com o responsável por IT da localidade eu ligava pro on-call do time local (cada país tinha sua lista de on-call, então eu tinha um on-call Brasil. Nosso time era uma instância superior aos países).</p>
<p>Ai já sabe&#8230; ligar pra on-call brasileiro durante feriado prolongado nacional é pedir pra fazer inimigo.  Isso QUANDO atendem o telefone.</p>
<p>Só que se o on-call regional atende o telefone e fala: &#8220;Dane-se. Vê isso segunda-feira.&#8221; eu podia suspender o ticket e esperar. Mas quando eu não conseguia falar com infeliz eu tinha que voltar pra minha <em>escalation list</em> e continuar subindo. E ai liga pra gerente de rede no feriado e na segunda vez o nego também já não atende&#8230; e vai subindo&#8230; cheguei a falar com o infeliz do diretor de IT numa dessas só porque ninguém queria atender o telefone e dizer: deixa pra segunda.</p>
<p>E pior: Você segue o procedimento e escala até o diretor por causa de uma localidade ridícula que não tem ninguém trabalhando no feriado e na segunda-feira tem um email daqueles elogiando até sua mãe por ter perdido o tempo do cara. Ou seja: se seguir o procedimento você toma. Se não seguir&#8230; toma também.</p>
<p>Lá pela terceira ou quarta vez que aconteceu eu já não queria mais levar comida de toco e ao invés de seguir pelos canais oficiais de comunicação eu fiz algo diferente. Peguei a lista telefônica e procurei o telefone da localidade. E o número que eu achei era totalmente diferente do número oficial. Liguei lá e me atende um tiozinho:</p>
<p>- &#8220;Segurança, boa noite&#8221;</p>
<p>- Bingo! Ahãn, quer dizer, boa noite. Meu nome é Eri trabalho pro time de redes da empresa, departamento XYZ, blablabla e eu recebi um alerta de que um dos nossos sistemas está fora do ar. Isso normalmente acontece quando falta energia. Vocês tão sem força ai?</p>
<p>- Tamo não senhor. Só lá no prédio principal.</p>
<p>- (WTF?) Como assim? Queimou algum transformador lá?</p>
<p>- Não senhor. Como ninguém tá trabalhando lá eu desliguei a chave geral pra economizar, né?</p>
<p>- ( FDP, FDP). Ah, tá&#8230;. Mas isso não é procedimento normal, né?</p>
<p>- Não sei não senhor. Eu sou folguista. Só trabalho de feriado</p>
<p>- (FDP, FDP, FDP, FDP, FDP, FDP). Ah, tá OK. O Sr. faz uma gentileza pra mim, então? Religa a energia lá que ai o sistema volta e pára de alarmar, OK? Desculpa o incômodo, OK?</p>
<p>Bom&#8230; não preciso nem falar o tamanho do email que mandei pro time do Brasil falando sobre procedimento, normas da empresa e números de recursos despediçados durante esses outages. Mas o problema foi resolvido e nunca mais tivemos outages de feriado naquela localidade.</p>

	Tags: <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/causos" title="causos" rel="tag">causos</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/it" title="IT" rel="tag">IT</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/network" title="network" rel="tag">network</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/outage" title="outage" rel="tag">outage</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/suporte" title="suporte" rel="tag">suporte</a><br />
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		<title>Latência</title>
		<link>http://geek.linuxman.pro.br/geek/latencia</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Apr 2009 12:25:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geek]]></category>
		<category><![CDATA[network]]></category>

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		<description><![CDATA[O Pascal fez um post no blog dele sobre latência e downtime. E sim, vou fazer um post sobre downtime. Mas o que me chamou a atenção foi um link dentro do artigo sobre latência. Latência é um fato da vida e um conceito muito simples para quem trabalhar com redes ou até com servidores, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://tarzxvf.com/">Pascal</a> fez um <a href="http://tarzxvf.com/latencia-e-downtime">post</a> no blog dele sobre latência e downtime. E sim, vou fazer um post sobre downtime.</p>
<p>Mas o que me chamou a atenção foi um link dentro do artigo sobre latência. Latência é um fato da vida e um conceito muito simples para quem trabalhar com redes ou até com servidores, mas é incrivivelmente difícil de explicar para desenvolvedores, alguns sysadmin, gerentes de IT e, principalmente, leigos.</p>
<p><a href="http://rescomp.stanford.edu/~cheshire/rants/Latency.html">Neste documento</a> de 1996 Stuart Cheshire explica com detalhes e perfeição o que é a latência e como os fabricantes de equipamento tentam enganar os consumidores tentando vender capacidade como se fosse velocidade. É uma leitura muito interessante e pode dar alguma luz para quem não entende como uma conexão via satélite de 4Mb/s pode ser mais lenta do que uma conexão via fibra óptica de 1Mb/s.</p>
<p><a href="http://geek.linuxman.pro.br/wp-content/uploads/2009/04/velocidade_capacidade.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-933" title="velocidade_capacidade" src="http://geek.linuxman.pro.br/wp-content/uploads/2009/04/velocidade_capacidade-300x95.jpg" alt="velocidade_capacidade" width="457" height="134" /></a></p>
<p>Não é o tipo de conhecimento que você vai precisar usar todo o tempo, mas pode facilmente salvar seu traseiro quando aquele projeto que você está trabalhando começa a dar m* por causa do desempenho.</p>

	Tags: <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/network" title="network" rel="tag">network</a><br />
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		<title>Cabeamento estruturado é para os fracos</title>
		<link>http://geek.linuxman.pro.br/geek/cabeamento-estruturado-e-para-os-fraco</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Mar 2009 21:47:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geek]]></category>
		<category><![CDATA[cabeamento]]></category>
		<category><![CDATA[cabling]]></category>
		<category><![CDATA[network]]></category>

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		<description><![CDATA[Tags: cabeamento, cabling, network]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-842" title="82895743" src="http://geek.linuxman.pro.br/wp-content/uploads/2009/03/82895743.jpg" alt="82895743" width="560" height="358" /></p>

	Tags: <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/cabeamento" title="cabeamento" rel="tag">cabeamento</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/cabling" title="cabling" rel="tag">cabling</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/network" title="network" rel="tag">network</a><br />
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		<title>Human Network</title>
		<link>http://geek.linuxman.pro.br/geek/human-network</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Jan 2009 12:30:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geek]]></category>
		<category><![CDATA[cisco]]></category>
		<category><![CDATA[Humor]]></category>
		<category><![CDATA[network]]></category>
		<category><![CDATA[rede]]></category>
		<category><![CDATA[videos]]></category>

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		<description><![CDATA[Excelente Spot da Cisco promovendo sua idéia de uma &#8220;rede mais humana&#8221; ou algo que o valha. Ficou comédia. Tags: cisco, Humor, network, rede, videos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente Spot da Cisco promovendo sua idéia de uma &#8220;rede mais humana&#8221; ou algo que o valha. Ficou comédia.</p>
<p><a href="http://geek.linuxman.pro.br/geek/human-network"><img src="http://img.youtube.com/vi/mShCPwchGqc/default.jpg" width="130" height="97" border=0></a></p>

	Tags: <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/cisco" title="cisco" rel="tag">cisco</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/humor" title="Humor" rel="tag">Humor</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/network" title="network" rel="tag">network</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/rede" title="rede" rel="tag">rede</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/videos" title="videos" rel="tag">videos</a><br />
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		<title>Instalando Ubuntu via floppy e rede</title>
		<link>http://geek.linuxman.pro.br/geek/instalando-ubuntu-via-floppy-e-rede</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 15:57:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geek]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[network]]></category>
		<category><![CDATA[sysadmin]]></category>
		<category><![CDATA[ubuntu]]></category>

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		<description><![CDATA[Fazia um bocado de tempo que eu nem sequer via um floppy, mas aparentemente é uma tecnologia die-hard mesmo. Um dos meus colegas aparece hoje com o seguinte desafio: Instalar Linux num servidor IBM Netfinity antigão que está jogado nos fundos do data center. O problema é que o leitor de CD está bem zoado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Fazia um bocado de tempo que eu nem sequer via um floppy, mas aparentemente é uma tecnologia die-hard mesmo.</p>
<p>Um dos meus colegas aparece hoje com o seguinte desafio: Instalar Linux num servidor IBM Netfinity antigão que está jogado nos fundos do data center. O problema é que o leitor de CD está bem zoado e depois de uns 2 minutos funcionando ele simplesmente pára de ler. Sem contar que ele não consegue dar boot de jeito nenhum.</p>
<p>Comecei pensando em dar boot pelo floppy e depois instalar o resto via CD até descobrir que o leitor estava mais bichado do que eu tinha imaginado.</p>
<p>A solução então foi instalar usando floppy + netinstall</p>
<p>Posso estar errado, mas aparentemente não tenho a opção de netinstall via floppy no Ubuntu e precisei baixar o <a href="http://archive.ubuntu.com/ubuntu/dists/hardy-updates/main/installer-i386/current/images/netboot/mini.iso">mini-iso</a> para fazer isso.</p>
<p>Mas como o CD não dá boot também precisei usar o Smart Boot Manager para conseguir bootar a máquina.</p>
<p>As referências caso você precise passar pela mesma situação:</p>
<p><a href="http://ubuntu-tutorials.com/2007/10/08/how-to-install-ubuntu-locally-over-the-network/">How To Install Ubuntu Locally Over The Network</a></p>
<p><a href="https://help.ubuntu.com/community/SmartBootManager">Smart Boot Manager</a></p>

	Tags: <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/linux" title="linux" rel="tag">linux</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/network" title="network" rel="tag">network</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/sysadmin" title="sysadmin" rel="tag">sysadmin</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/ubuntu" title="ubuntu" rel="tag">ubuntu</a><br />
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		<title>Lighttpd como proxy</title>
		<link>http://geek.linuxman.pro.br/geek/dicas/lighttpd-como-proxy</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Dec 2008 19:32:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[lighttpd]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[network]]></category>
		<category><![CDATA[proxy]]></category>
		<category><![CDATA[web]]></category>

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		<description><![CDATA[Esses dias me deparei com a seguinte situação: Precisava implementar um serviço baseado em web. Esse serviço vai acumular bastante informações sobre a infra-estrutura da empresa e por isso precisa de autenticação para garantir que apenas as pessoas corretas tenham acesso a essas informações. Mas por motivos que nem vale a pena citar, afinal não [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esses dias me deparei com a seguinte situação: Precisava implementar um serviço baseado em web. Esse serviço vai acumular bastante informações sobre a infra-estrutura da empresa e por isso precisa de autenticação para garantir que apenas as pessoas corretas tenham acesso a essas informações.</p>
<p>Mas por motivos que nem vale a pena citar, afinal não quero uma gastrite, o bagulho não aceita autenticação.</p>
<p>A forma que eu arranjei para resolver isso foi simples: A porta do serviço original é bloqueada via iptables e instalei o lighttpd para servir como proxy, já me aproveitando das features de autenticação dele.</p>
<p>Caso precise fazer algo parecido com isso um dia, segue abaixo como fiz:</p>
<p>Na sessão server.modules adicione:</p>
<pre>            "mod_proxy",</pre>
<p>E logo depois dessa sessão adicione:</p>
<pre>auth.backend = "htpasswd"
auth.backend.htpasswd.userfile = "/etc/lighttpd/.htpasswd"
auth.require = ( "/" =&gt;
  (
    "method"  =&gt; "basic",
    "realm"   =&gt; "status",
    "require" =&gt; "valid-user"
  )
)

$HTTP["remoteip"] == "192.168.0.0/24" {
          proxy.server  = ( "" =&gt; (
          ( "host" =&gt; "127.0.0.1", "port" =&gt; 8080 )
           )
      )
}</pre>
<p>Onde:</p>
<p><em>192.168.0.0/24</em> = Rede que poderá acessar a aplicação</p>
<p><em>&#8220;host&#8221; =&gt; &#8220;127.0.0.1&#8243;, &#8220;port&#8221; =&gt; 8080</em> = IP e porta originais da sua aplicação.</p>

	Tags: <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/lighttpd" title="lighttpd" rel="tag">lighttpd</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/linux" title="linux" rel="tag">linux</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/network" title="network" rel="tag">network</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/proxy" title="proxy" rel="tag">proxy</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/web" title="web" rel="tag">web</a><br />
]]></content:encoded>
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		<title>Esse IP veio de onde?</title>
		<link>http://geek.linuxman.pro.br/codes/esse-ip-veio-de-onde</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Nov 2008 13:49:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eri</dc:creator>
				<category><![CDATA[codes]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[network]]></category>
		<category><![CDATA[python]]></category>
		<category><![CDATA[scripts]]></category>

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		<description><![CDATA[Você já deve ter olhado alguma vez nos seus logs, visto algum IP fazendo algo que lhe chamou a atenção, mas o reverso não resolve e você fica curioso de onde diacho vem esse nego. Para facilitar minha busca fiz um script que disponibilizo aqui para quem tiver interesse. Além do script vai precisar também [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você já deve ter olhado alguma vez nos seus logs, visto algum IP fazendo algo que lhe chamou a atenção, mas o reverso não resolve e você fica curioso de onde diacho vem esse nego.</p>
<p>Para facilitar minha busca fiz um script que disponibilizo aqui para quem tiver interesse.</p>
<p>Além do <a href="http://geek.linuxman.pro.br/arquivos/ip-country.txt">script</a> vai precisar também do arquivo contendo a lista de IP vs País que pode ser baixado <a href="http://ip-to-country.webhosting.info/downloads/ip-to-country.csv.zip">aqui</a>.</p>

	Tags: <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/internet" title="internet" rel="tag">internet</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/network" title="network" rel="tag">network</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/python" title="python" rel="tag">python</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/scripts" title="scripts" rel="tag">scripts</a><br />
]]></content:encoded>
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