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	<title>Another Geek Blog &#187; nexenta</title>
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	<description>Just another WordPress weblog</description>
	<lastBuildDate>Fri, 16 Dec 2011 01:55:44 +0000</lastBuildDate>
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		<title>De boas intenções&#8230;</title>
		<link>http://geek.linuxman.pro.br/geek/de-boas-intencoes</link>
		<comments>http://geek.linuxman.pro.br/geek/de-boas-intencoes#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2009 01:09:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geek]]></category>
		<category><![CDATA[CentOS]]></category>
		<category><![CDATA[debian]]></category>
		<category><![CDATA[iscsi]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[nexenta]]></category>
		<category><![CDATA[shell]]></category>
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		<description><![CDATA[Já dizia o velho deitado que de boas intenções o inferno está cheio. A pessoa que estou substituindo no novo emprego certamente tinha boas idéias, mas não gostei de como as implementações foram feitas até o momento. Talvez por ser um péssimo programador eu gosto de código limpo, variáveis auto-explicativas e uso extensivo de funções. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já dizia o <a href="http://desciclo.pedia.ws/wiki/Velho_Deitado">velho deitado</a> que de boas intenções o inferno está cheio. A pessoa que estou substituindo no novo emprego certamente tinha boas idéias, mas não gostei de como as implementações foram feitas até o momento.</p>
<p>Talvez por ser um péssimo programador eu gosto de código limpo, variáveis auto-explicativas e uso extensivo de funções. É o único jeito de eu não me perder dentro do meu próprio código.</p>
<p>Ai olhando o que achei até o momento dá no cérebro tentar entender alguns dos scripts. Fora alguns testes do tipo:</p>
<pre>if [ ${DIR}/X${USER} = ${DIR}/X -a `grep ${USER} \
/very/long/directory/path/user-list|wc -l` -gt 1 ]</pre>
<p>É. Eu sei. Medo. E documentação é para os fracos, caso estejam em dúvida.</p>
<p>Fica difícil criticar por um motivo muito simples: Tudo funciona redondo. Só é muito complicado alterar qualquer coisa. E eu estou assumindo no meio de uma migração, de forma que metade dos servidores funciona bem no ambiente antigo. Metade funciona quase bem no ambiente novo. Só não pede pra convesarem um com o outro. Ai a casa cai.</p>
<p>Mas hoje animei mais ainda. Numa reunião com o chefe ele me deu carta branca para fazer o que eu achar necessário. A única coisa que ele disse foi: Pega leva com o meu orçamento.</p>
<p>Como de pão-durismo eu dou aula e pretendo fazer tudo com software livre não acho que vou esbarrar em nenhuma restrição orçamentária. Talvez para backup eu precisei de algum hardware específico. Talvez uma tape library&#8230; Vou ter que analisar só isso com cuidado.</p>
<p>A única causa que ainda não sei se vou abraçar é a de qual distribuição usar&#8230; Eu sou Debian desde pequenininho, mas não tenho argumentos contra o CentOS exceto pelo fato dele não ser o Debian.</p>
<p>E pro storage rola outra dúvida: Linux ou Nexenta? Sabe como é&#8230; brtfs ainda é alpha e ZFS já posso sair usando amanhã.</p>

	Tags: <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/centos" title="CentOS" rel="tag">CentOS</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/debian" title="debian" rel="tag">debian</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/iscsi" title="iscsi" rel="tag">iscsi</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/linux" title="linux" rel="tag">linux</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/nexenta" title="nexenta" rel="tag">nexenta</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/shell" title="shell" rel="tag">shell</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/solaris" title="solaris" rel="tag">solaris</a><br />
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		</item>
		<item>
		<title>ZFS &#8211; Alguns exemplos</title>
		<link>http://geek.linuxman.pro.br/tutoriais/zfs-alguns-exemplos</link>
		<comments>http://geek.linuxman.pro.br/tutoriais/zfs-alguns-exemplos#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2008 19:11:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eri</dc:creator>
				<category><![CDATA[tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[iscsi]]></category>
		<category><![CDATA[linux]]></category>
		<category><![CDATA[nexenta]]></category>
		<category><![CDATA[solaris]]></category>
		<category><![CDATA[zfs]]></category>

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		<description><![CDATA[Cenário Fixo: Tenho na minha caixa Solaris o HD do sistema operacional &#8211; IDE 8GB -, dois HDs IDE de 2GB e dois HDs SCSI também de 2GB, identificados através do comando format: root@nexenta:/# format Searching for disks...done AVAILABLE DISK SELECTIONS: 0. c0d0 &#60;DEFAULT cyl 4092 alt 2 hd 128 sec 32&#62; /pci@0,0/pci-ide@7,1/ide@0/cmdk@0,0 1. c0d1 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Cenário Fixo:</h2>
<p>Tenho na minha caixa Solaris o HD do sistema operacional &#8211; IDE 8GB -, dois HDs IDE de 2GB e dois HDs SCSI também de 2GB, identificados através do comando format:</p>
<pre>root@nexenta:/# format
Searching for disks...done

AVAILABLE DISK SELECTIONS:
0. c0d0 &lt;DEFAULT cyl 4092 alt 2 hd 128 sec 32&gt;
/pci@0,0/pci-ide@7,1/ide@0/cmdk@0,0
1. c0d1 &lt;VMware V-0000000000000000-0001-2.00GB&gt;
/pci@0,0/pci-ide@7,1/ide@0/cmdk@1,0
2. c1d1 &lt;VMware V-0000000000000000-0001-2.00GB&gt;
/pci@0,0/pci-ide@7,1/ide@1/cmdk@1,0
3. c2t0d0 &lt;VMware,-VMware Virtual S-1.0-2.00GB&gt;
/pci@0,0/pci1000,30@10/sd@0,0
4. c2t1d0 &lt;VMware,-VMware Virtual S-1.0-2.00GB&gt;
/pci@0,0/pci1000,30@10/sd@1,0
Specify disk (enter its number): ^C</pre>
<p>Vou ignorar o primeiro disco, pois o mesmo já está alocado para o pool padrão do sistema operacional, chamado syspool.</p>
<p>Aqui entra o primeiro conceito sobre ZFS: O sistema de arquivos não vai ser escrito diretamente no disco (block device). Ao invés disso ele será escrito em &#8220;pools&#8221;, que nada mais são do que devices virtuais que contém discos. Algo parecido com utilizar ext3 em cima de LVM ao invés do disco.</p>
<p>Para listar os pools existentes:</p>
<pre>root@nexenta:/# zpool list
NAME      SIZE   USED  AVAIL    CAP  HEALTH  ALTROOT
syspool  7.44G  1.81G  5.63G    24%  ONLINE  -</pre>
<p>Vamos agora brincar um pouco com as possibilidades que ZFS nos dá.</p>
<h2>Cenário 1 &#8211; Todos os discos como um único filesystem.</h2>
<pre>root@nexenta:/# zpool create linuxman c0d1 c1d1 c2t0d0 c2t1d0
root@nexenta:/# zpool list
NAME       SIZE   USED  AVAIL    CAP  HEALTH  ALTROOT
linuxman  7.94G    97K  7.94G     0%  ONLINE  -
syspool   7.44G  1.81G  5.63G    24%  ONLINE  -
root@nexenta:/# zfs list
NAME                             USED  AVAIL  REFER  MOUNTPOINT
linuxman                         110K  7.81G    18K  /linuxman
syspool                         1.81G  5.51G    23K  legacy
syspool/rootfs-nmu-000          1.81G  5.51G  1.55G  legacy
syspool/rootfs-nmu-000@initial   271M      -   780M  -
root@nexenta:/linuxman# df -h linuxman
Filesystem             size   used  avail capacity  Mounted on
linuxman               7.8G    18K   7.8G     1%    /linuxman</pre>
<p>Perceba que não precisei montar o filesystem, nem editar fstab. Apenas o comando &#8220;zpool create&#8221; foi o suficiente para criar o pool, formatar os discos, criar uma entrada no zfs e montar o filesystem.<br />
Mas vamos apagar isso e continuar brincando:</p>
<pre>root@nexenta:/# zpool destroy linuxman
root@nexenta:/# zpool list
NAME      SIZE   USED  AVAIL    CAP  HEALTH  ALTROOT
syspool  7.44G  1.81G  5.63G    24%  ONLINE  -</pre>
<p> <img src='http://geek.linuxman.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<h2>Cenário 2 &#8211; Espelhos</h2>
<p>Vou criar agora um novo pool, mas desta vez espelhando os dois discos SCSI:</p>
<pre>root@nexenta:/# zpool create linuxman mirror  c2t0d0 c2t1d0
root@nexenta:/# zpool list
NAME       SIZE   USED  AVAIL    CAP  HEALTH  ALTROOT
linuxman  1.98G    94K  1.98G     0%  ONLINE  -
syspool   7.44G  1.81G  5.63G    24%  ONLINE  -
root@nexenta:/# df -h linuxman
Filesystem             size   used  avail capacity  Mounted on
linuxman               2.0G     1K   2.0G     1%    /linuxman</pre>
<h2>Cenário 3 &#8211; Adicionando discos ao pool</h2>
<p>Esse pool de 2GB não dá para nada? Precisa adicionar mais discos para criar espaço no seu filesystem? No hay problema:</p>
<pre>root@nexenta:/# zpool add linuxman mirror  c0d1 c1d1
root@nexenta:/# zpool list
NAME       SIZE   USED  AVAIL    CAP  HEALTH  ALTROOT
linuxman  3.97G   114K  3.97G     0%  ONLINE  -
syspool   7.44G  1.81G  5.63G    24%  ONLINE  -
root@nexenta:/# df -h linuxman
Filesystem             size   used  avail capacity  Mounted on
linuxman               3.9G    18K   3.9G     1%    /linuxman</pre>
<p>Perceba o detalhe importante: Se você criou o pool como mirror, não dá pra acrescentar somente um disco a mais. Pelo menos dois são necessários.</p>
<p>Mas vamos limpar isso.</p>
<pre>root@nexenta:/# zpool destroy linuxman
root@nexenta:/# zpool list
NAME      SIZE   USED  AVAIL    CAP  HEALTH  ALTROOT
syspool  7.44G  1.81G  5.63G    24%  ONLINE  -</pre>
<h2>Cenário 3 &#8211; Exportando ZFS via iSCSI</h2>
<p>Foi aqui que eu comecei, na verdade. Estou trabalhando num projeto piloto que, quando em produção, vai utilizar SAN. Infelizmente não tenho uma SAN para laboratório, então decidi usar iSCSI para simular o comportamento da SAN.</p>
<p>Começamos criando o pool:</p>
<pre>root@nexenta:/# zpool create linuxman c2t0d0 c2t1d0</pre>
<p>Mas para podermos exportar é necessário também criar um volume. Um volume é uma fatia do pool, falando simplificadamente.</p>
<pre>root@nexenta:/# zfs create  -V 1G linuxman/iscsi
root@nexenta:/# zfs list linuxman/iscsi
NAME             USED  AVAIL  REFER  MOUNTPOINT
linuxman/iscsi     1G  3.91G    16K  -</pre>
<p>Este volume pode ser exportado via iSCSI e a própria hierarquia do ZFS vai se encarregar de criar as LUNs:</p>
<pre>root@nexenta:/# zfs set shareiscsi=on linuxman/iscsi</pre>
<p>É bem provável que o iscsi não esteja rodando no seu Solaris por padrão, então habilite-o:</p>
<pre>root@nexenta:/# svcadm enable iscsitgt</pre>
<p>E agora seu volume já deve estar disponível:</p>
<pre>root@nexenta:/# iscsitadm list target
Target: linuxman/iscsi
iSCSI Name: iqn.1986-03.com.sun:02:1a01588d-af11-4163-a4c7-bdf19d1550a2
Connections: 0</pre>
<p>Vamos até o Linux ali do lado para ver se conseguimos utilizar este volume:</p>
<pre>[root@cluster1 ~]# iscsiadm -m discovery -t sendtargets -p 172.16.66.128
172.16.66.128:3260,1 iqn.1986-03.com.sun:02:1a01588d-af11-4163-a4c7-bdf19d1550a2</pre>
<p>UIA! Vamos usar então:</p>
<pre>[root@cluster1 ~]# /etc/init.d/iscsi restart
Stopping iSCSI daemon: /etc/init.d/iscsi: line 33:  5656 Killed                  /etc/init.d/iscsid stop
iscsid dead but pid file exists                            [  OK  ]
Turning off network shutdown. Starting iSCSI daemon:       [  OK  ]
[  OK  ]
Setting up iSCSI targets: Logging in to [iface: default, target: iqn.1986-03.com.sun:02:1a01588d-af11-4163-a4c7-bdf19d1550a2, portal: 172.16.66.128,3260]
Login to [iface: default, target: iqn.1986-03.com.sun:02:1a01588d-af11-4163-a4c7-bdf19d1550a2, portal: 172.16.66.128,3260]: successful
[  OK  ]
[root@cluster1 ~]# fdisk -l|grep part
Disk /dev/sdc doesn't contain a valid partition table
[root@cluster1 ~]# echo -e "n\n p\n 1\n \n \n w\n"|fdisk /dev/sdc
[root@cluster1 ~]# mkfs.ext3 -q /dev/sdc1 -L /linuxman
[root@cluster1 ~]# mkdir /linuxman
[root@cluster1 ~]# mount LABEL=/linuxman /linuxman
[root@cluster1 ~]# df -h /linuxman
Filesystem            Size  Used Avail Use% Mounted on
/dev/sdc1            1008M   18M  940M   2% /linuxman</pre>
<p>Divertido, né? Temos agora ext3 encapsulado em ZFS exportado via iSCSI. Isso pode ser útil em cenários como o abaixo.</p>
<h2>Cenário 4 &#8211; Fazendo backup.</h2>
<p>Então esse meu diretório /linuxman contém dados do meu projeto. Mas como ainda é laboratório, vira e mexe eu estrago alguma coisa.<br />
Vou facilitar minha vida com o ZFS então.</p>
<p>No Linux:</p>
<pre>[root@cluster1 linuxman]# cd /linuxman
[root@cluster1 linuxman]# for i in $(seq 1 10); do dd if=/dev/zero of=file$i.dat count=1 bs=100M; done 2&gt;/dev/null
[root@cluster1 linuxman]# ls
file10.dat  file1.dat  file2.dat  file3.dat  file4.dat  file5.dat  file6.dat  file7.dat  file8.dat  file9.dat  lost+found</pre>
<p>No Solaris:</p>
<pre>root@nexenta:/# zfs snapshot linuxman/iscsi@antes-do-teste-1
root@nexenta:/# zfs list
NAME                              USED  AVAIL  REFER  MOUNTPOINT
linuxman                         2.00G  1.91G    18K  /linuxman
linuxman/iscsi                   2.00G  2.91G  1.00G  -
linuxman/iscsi@antes-do-teste-1      0      -  1.00G  -</pre>
<p>Volto no Linux e estrago meu árduou trabalho:</p>
<pre>[root@cluster1 linuxman]# rm -rf file1*
[root@cluster1 linuxman]# ls
file2.dat  file3.dat  file4.dat  file5.dat  file6.dat  file7.dat  file8.dat  file9.dat  lost+found</pre>
<p><img class="aligncenter" src="http://geek.linuxman.pro.br/images/doh.jpg" alt="" width="202" height="252" /></p>
<p>Mas para recuperar é fácil:</p>
<p>No Linux:</p>
<pre>[root@cluster1 linuxman]# cd /
[root@cluster1 /]# umount /linuxman/</pre>
<p>No Solaris:</p>
<pre>root@nexenta:/# zfs set shareiscsi=off linuxman/iscsi
root@nexenta:/# zfs rollback linuxman/iscsi@antes-do-teste-1
root@nexenta:/# zfs set shareiscsi=on linuxman/iscsi</pre>
<p>E finalmente, no Linux:</p>
<pre>[root@cluster1 /]# mount LABEL=/linuxman /linuxman
[root@cluster1 /]# cd /linuxman/
[root@cluster1 linuxman]# ls
file10.dat  file1.dat  file2.dat  file3.dat  file4.dat  file5.dat  file6.dat  file7.dat  file8.dat  file9.dat  lost+found</pre>
<p>E ai estão todos os arquivos de volta.</p>
<p><strong>OBSERVAÇÃO:</strong> Aparentemente a formatação no blog perdeu algumas partes dos textos pré-formatados, mas nada significativo. <span style="text-decoration: line-through;">Viva com isso.</span> Olhe pelo <a href="http://geek.linuxman.pro.br/feed/">feed</a> que está legal.</p>

	Tags: <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/iscsi" title="iscsi" rel="tag">iscsi</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/linux" title="linux" rel="tag">linux</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/nexenta" title="nexenta" rel="tag">nexenta</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/solaris" title="solaris" rel="tag">solaris</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/zfs" title="zfs" rel="tag">zfs</a><br />
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		<title>De volta às raízes</title>
		<link>http://geek.linuxman.pro.br/geek/de-volta-as-raizes</link>
		<comments>http://geek.linuxman.pro.br/geek/de-volta-as-raizes#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 15 Feb 2008 03:09:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eri</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois deste outro post não teve jeito&#8230; O dedo coçou e eu tive que baixar o Slackware. Lógico que não coloquei ele no nosso computador de uso corrente, mas sim dentro de uma instância de VMWare. Já falei que adoro virtualização? O que eu tinha na cabeça era o seguinte: Pelo menos desde 1999 eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois deste <a href="http://geek.linuxman.pro.br/geek/ta-de-brincadeira-02">outro post</a> não teve jeito&#8230; O dedo coçou e eu tive que baixar o <a href="http://www.slackware.org">Slackware</a>.</p>
<p>Lógico que não coloquei ele no nosso <a href="http://geek.linuxman.pro.br/geek/upgrade">computador de uso corrente</a>,  mas sim dentro de uma instância de <a href="http://www.vmware.com">VMWare</a>. Já falei que adoro virtualização?</p>
<p>O que eu tinha na cabeça era o seguinte: Pelo menos desde 1999 eu não coloca as mãos no Slackware. E vale aqui abrir um longo parênteses:</p>
<p>Comecei com Conectiva Marumbi (com uma rápida passagem anterior pelo RedHat, nem sei que versão), passei pelo Conectiva Guarani, Conectiva 4.0 e depois Slackware. A linha do tempo bate? Nem sei mais. Alguém lembra as datas de lançamento das versões?</p>
<p>Rodei Slackware talvez por uns 6 meses, mas surgiu na época uma possibilidade de negócios em relação ao SuSE e usei essa distribuição por um bom tempo, até conhecer o Debian. Depois foi um pinga-pinga  entre Debian e Kurumin (Debian em servidores e Kurumin em desktops) até eu conhecer o Ubuntu, que tenho usado desde então.</p>
<p>Vale dizer que durante uma época por volta de 2000 eu tinha uma máquina de testes e participava de um grupo de usuários que recebia CD de tudo quanto é lado mundo e por isso tive a chance de brincar com distribuições como Caldera Linux (SCO, alguém?), Corel Linux, Turbo Linux e diversos outros já falecidos neste momento.</p>
<p>Fecha parênteses.</p>
<p>Ou seja, eu já fui geek de verdade. Compilava meus próprios programas do fonte, já que tanto na época do Slackware como do SuSE tinha muita coisa que só dava pra instalar via fonte.</p>
<p>Hoje é ridiculamente simples instalar o Ubuntu, dando um duplo-clique no Live-CD e respondendo meio dúzia de perguntas, mas a coisa já foi bem diferente. E achei que valia a pena, mesmo por diversão, reviver os bons momentos do passado com o bom e velho Slackware.</p>
<p>Me propuz a fazer o seguinte: Baixei o ISO, configurei o VMWare pra dar boot usando a imagem, coloquei a máquina virtual em full screen e decidi fingir que não tinha mais nenhum recurso à minha disposição.</p>
<p>Afinal era isso que acontecia no passado. Uma vez iniciado o processo de instalação você estava por conta própria. Não era simples fazer uma instalação dual-boot e eu logo que comecei a usar Linux já tinha decidido por single boot. Então não tinha pra onde correr.  Era pra macho. Você, o teclado e uma telinha preta.</p>
<p>Me colocando neste cenário então parti pras cabeças.</p>
<h3>Instalação</h3>
<p>Começo dizendo que baixei só o primeiro CD da instalação. Imaginei que se o Ubuntu e o Debian só precisam de um CD pra ter um sistema funcional, o Slackware também só ia precisar do primeiro.</p>
<p>E eu estava certo. Só que eu esqueci  o conceito de funcional do Slackware. A gente chega lá.</p>
<p>Assim que deu boot o instalador caiu no console pedindo pra dar login como root. Pô quase rolou uma lágrima de saudades de uma instalação via CLI. que coisa linda.</p>
<p>Dei login e fui instruido a particionar o disco via fdisk ou cfdisk. Então fui de fdisk, já que cfdisk é pros fracos. <img src='http://geek.linuxman.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':-P' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Caramba&#8230; já usei tanto o fdisk e nem lembrava as opções. Tive que ficar dando &#8220;m&#8221; toda hora pra vê-las.</p>
<p>OK, disco particionado, formatado e pronto pra instalação. Ai entra o setup.</p>
<h3>Setup</h3>
<p>Pergunta algumas coisas sobre o tipo de seleção de pacote que eu quero. Como sou metido vou em &#8220;menu&#8221;, que é a mesma coisa que expert, se não me engano.</p>
<p>Fiz uma seleção de pacote mais ou menos e mandei instalar. Acompanhei todo o processo de instalação dos pacotes, mas me assuntei na hora que ele pediu o segundo CD. PUTZ! Eu não baixei. E agora? Droga.</p>
<p>Mas tudo bem, ele tinha uma opção de passar batido e continuou a instalação, que foi normal até a hora que ele perguntou onde devia instalar o Lilo. <strong>MANO!!! LILO!!!</strong> Que saudades! Fazia tempo que eu não via o Lilo.</p>
<p>OK, tudo configurado ele pede boot e deve voltar instalado.</p>
<h3>A telinha preta</h3>
<p>Quando deu boot, usando framebuffer a 1024&#215;768, cai no prompt, onde loguei como root e, perdendo a noção da realidade por um momento, mandei um startx.</p>
<p>Foi ai que me toquei que nada que não estava no CD1 foi instalado. Inclusive o X.</p>
<p>Bom, ainda bem que eu tinha selecionado o Lynx, então  naveguei até a página do Slackware, acessei a lista de arquivos do diretório &#8220;x&#8221; e fiz um dump pra um arquivo TXT. E ai foi só colocar um:</p>
<pre>for i in $(egrep "http://.*tgz" files.txt|cut -d . -f2-); do wget $i; done</pre>
<p>Todos os pacotes baixados&#8230; Mas como instala mesmo? Mais uns 10 minutos no google (se está me chamando de lerdo neste momento te convido a fazer uma busca no google com o lynx, certo?) e descobri:</p>
<pre>installpkg nome-do-pacote.tgz</pre>
<p>Mas como não sabia quais pacotes ia precisar eu fui indo um por um, numa seqüencia mais ou menos lógica&#8230; Instalando o xorg, driver do xorg pra vmware, xfonts&#8230;  Instalei uma penca de pacote e não aparecia o maldito startx.</p>
<p>Ai eu pensei em chamar direto o X. Ele começou a abrir e deu um pau muito sinistro, por isso rodei o xorgconfig. Na minha época ainda chamava xf86config, mas é exatamente a mesma coisa. heheheh&#8230; Nem de longe lembra as interfaces de configuração de hoje em dia.</p>
<p>Depois de instalado continuei sem conseguir iniciar o X, com um erro sinistro de fonte não encontrada.</p>
<p>Tentei de tudo até chegar a conclusão que devia tar faltando alguma coisa. E ai rodei:</p>
<pre>installpkg *.tgz</pre>
<p>Não adiantou. Caramba&#8230; não acredito que vou ter que abrir o lynx de novo. (ódio ao lynx++)</p>
<p>Pesquisei mais um pouco e vi que tinha mais trocentos pacotes de aplicações X num diretório chamado xapps, em outro CD que eu também não tinha baixado. Usei o mesmo processo de dump do html + script pra baixar todos os pacotes de novo e o installpkg mais uma vez.</p>
<p>Nada. Sem sucesso. Lynx de novo não!!!!!</p>
<p>Mas desta vez pelo menos deu resultado. Só precisei chamar o pkgtool e mandar ele rodar alguns scripts de instalação de novo.</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://geek.linuxman.pro.br/wp-content/uploads/2008/02/pkgtool.png" alt="pkgtool.png" /></p>
<p>Depois disso foi só dar um startx e TADÁÁÁÁÁ!!!  Habemos ÉQUIS!</p>
<h3>X</h3>
<p>Nada muito elegante, claro. Me recusei a instalar KDE e parti logo pro WindowMaker. Quem ai lembra dele? <img src='http://geek.linuxman.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Ô tempo baum&#8230;</p>
<h3>Sobre a experiência</h3>
<p>Eu gosto muito do Slackware. Sempre gostei e só deixei de usá-lo por dinheiro. <img src='http://geek.linuxman.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Aprendi muito na época que ele era minha distribuição do dia-a-dia, mas definitivamente já passei da fase de achar divertido passar horas pra instalar um <em>tweakear</em> um SO.</p>
<p>Hoje sou um preguiçoso acomodado que prefe clicar no adept duas vezes por semana, e reclamando de como tem atualização pra caramba, do que  instalar meu Slackware extremamente customizado/bonito/seguro mas que é chato até umas hora de manter.</p>
<p>Pelo menos na minha máquina de &#8220;produção&#8221;, que é devidamente compatilhada com a <a href="http://www.sustenido.mus.br">esposa</a>.</p>
<h3>Próximos planos</h3>
<p>Vou precisar do meu notebook funcional pelo menos pelo próximo um mês, por isso estou rodando Ubuntu &#8211; RC do Hardy  &#8211; nele, mas assim que liberar pretendo substituir o Linux por <a href="http://www.openbsd.org">OpenBSD</a>. Já faz um bom tempo que brinquei com o Open pela última vez e mesmo assim foram em alguns firewalls que montei. Nunca tive a oportunidade de usá-lo em workstation e acho que vou me ocupar por tempo o suficiente tentando colocar ele no ar, com todas as firulas que tenho hoje no meu Ubuntu.</p>
<p>Definitivamente também vou brincar com alguma coisa relacionada ao Solaris, como o Nexenta, que já <a href="http://geek.linuxman.pro.br/geek/nexenta-a7">comentei aqui</a>.</p>
<p>E o bom é que o Notebook eu não preciso dividir com ninguém! mhuuhaauhauua!!!</p>

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		<title>Nexenta A7</title>
		<link>http://geek.linuxman.pro.br/geek/nexenta-a7</link>
		<comments>http://geek.linuxman.pro.br/geek/nexenta-a7#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 22 Jun 2007 02:42:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eri</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geek]]></category>
		<category><![CDATA[bash]]></category>
		<category><![CDATA[nexenta]]></category>
		<category><![CDATA[solaris]]></category>
		<category><![CDATA[vmware]]></category>
		<category><![CDATA[zfs]]></category>

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		<description><![CDATA[Este post está sendo redigido à partir de um NexentaOS, versão Alpha 7. Até pouco tempo eu não conhecia essa &#8220;distribuição do Solaris&#8221;. Os mais informados sabem que a Sun liberou o Solaris como software opensource há um certo tempo e pelo menos duas vertentes do SO são bem conhecidas: O Solaris propriamente dito e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este post está sendo redigido à partir de um NexentaOS, versão Alpha 7.</p>
<p>Até pouco tempo eu não conhecia essa &#8220;distribuição do Solaris&#8221;.</p>
<p>Os mais informados sabem que a Sun liberou o Solaris como software opensource há um certo tempo e pelo menos duas  vertentes do SO são bem conhecidas: O Solaris propriamente dito e o OpenSolaris.</p>
<p>A idéia dos criadores do Nexenta foi juntar o Kernel do Solaris com o sistema de empacotamento do Debian. Jogada de mestre.</p>
<p>Colocar as ferramentas GNU em cima de um Kernel é a  mesma coisa que o Linus fez em 1991, mas o pobre coitado na época contava apenas com o básico.</p>
<p>O Nexenta, por sua vez, ainda na sua versão alpha já conta com um   sistema de gerenciamento de pacote &#8220;state of the art&#8221;, Gnome, Firefox, OpenOffice&#8230;</p>
<p>E como não se mexe em time que está ganhando, até o tema do Gnome tem as cores muito parecidas com as utilizas no Ubuntu.</p>
<p>As impressões como usuário final são boas, pois eu jamais poderia dizer que estou num Solaris e não no Linux.</p>
<p>Agora, se você já é rato velho de Linux, aqui começam as pequenas, mas irritantes diferenças:</p>
<p>1-) BSD vs System V</p>
<p><a href="http://www.unt.edu/UNT/departments/CC/Benchmarks/julaug95/solaris.htm" title="Um pouco de Background">Voltando um pouco no tempo</a>,  podemos ver algumas pequenas diferenças entre as escolas BSD e System V. São poucas e são contornáveis, mas são extramente chatas para quem tem a mão mais rápida que a cabeça.</p>
<p>É frustante quando acontece isso:<br />
<code><br />
root@myhost:~# ps aux<br />
usage: ps [ -aAdefHlcjLPyZ ] [ -o format ] [ -t termlist ]<br />
[ -u userlist ] [ -U userlist ] [ -G grouplist ]<br />
[ -p proclist ] [ -g pgrplist ] [ -s sidlist ] [ -z zonelist ] [-h lgrplist]<br />
'format' is one or more of:<br />
user ruser group rgroup uid ruid gid rgid pid ppid pgid sid taskid ctid<br />
pri opri pcpu pmem vsz rss osz nice class time etime stime zone zoneid<br />
f s c lwp nlwp psr tty addr wchan fname comm args projid project pset lgrp<br />
</code></p>
<p>Mas pode ser resolvido com:<br />
<code><br />
root@myhost:~# /usr/ucb/ps aux|head -5<br />
USER       PID %CPU %MEM   SZ  RSS TT       S    START  TIME COMMAND<br />
root       284 17.0 14.47664473952 ?        S 18:55:10  5:44 /usr/lib/hal/hald<br />
root       353  7.9  0.3 2196 1340 ?        R 18:55:16  0:43 /usr/lib/hal/hald-<br />
root       285  3.0  0.4 4096 1660 ?        S 18:55:10  0:50 hald-runner<br />
root       409  2.5  6.25091231988 ?        R 18:55:18  1:25 /usr/bin/X :0 -br<br />
</code></p>
<p>2-) Diferenças nos comandos:<br />
<code><br />
root@myhost:~# route -n<br />
usage: route [ -fnpqv ] [ -R <root-dir> ] cmd [[ -<qualifers> ] args ]<br />
root@myhost:~# man route<br />
No manual entry for route<br />
See 'man 7 undocumented' for help when manual pages are not available.<br />
</qualifers></root-dir></code><br />
Tudo bem, vai&#8230; netstat -nr também resolve a questão.</p>
<p>3-) Voltar ao manual</p>
<p>Responda rápido: Como impedir que um host acesse sua máquina com iptables?</p>
<p>E com o ipf?</p>
<p><code><br />
root@myhost:~# ipf --help<br />
ipf: illegal option -- help<br />
usage: ipf [-6AdDEInoPrRsvVyzZ] [-l block|pass|nomatch|state|nat] [-cc] [-F i|o|a|s|S|u] [-f filename] [-T <tuneopts>]<br />
root@myhost:~# man ipf<br />
No manual entry for ipf<br />
See 'man 7 undocumented' for help when manual pages are not available.<br />
</tuneopts></code><br />
Nada que 10 minutos no Google não resolva, mas o comodismo começa a falar mais alto. Aprender um boca de coisa de novo pode não ser interessante se o sistema não for muito superior.</p>
<p>4-) Out of the Box<br />
Apesar de estar usando a versão disponível no site em formato imagem do VMWare, creio que a instalação padrão segue estes moldes e não gostei da quantidade de portas e serviços abertos na máquina.<br />
Sou a   favor das implementações &#8220;tudo fechado e você abre o que quiser&#8221;, mas o pessoal da Nexenta adotou o &#8220;deixamos isso aberto e você fecha se quiser (ou conseguir)&#8221;:<br />
<code><br />
TCP: IPv4<br />
Local Address        Remote Address    Swind Send-Q Rwind Recv-Q    State<br />
-------------------- -------------------- ----- ------ ----- ------ -----------<br />
*.*                  *.*                0      0 49152      0 IDLE<br />
127.0.0.1.4999             *.*                0      0 49152      0 LISTEN<br />
*.111                *.*                0      0 49152      0 LISTEN<br />
*.*                  *.*                0      0 49152      0 IDLE<br />
*.54099              *.*                0      0 49152      0 LISTEN<br />
*.62323              *.*                0      0 49152      0 LISTEN<br />
*.4045               *.*                0      0 49152      0 LISTEN<br />
*.445                *.*                0      0 49152      0 LISTEN<br />
*.139                *.*                0      0 49152      0 LISTEN<br />
*.35681              *.*                0      0 49152      0 LISTEN<br />
*.62383              *.*                0      0 49152      0 LISTEN<br />
*.33415              *.*                0      0 49152      0 LISTEN<br />
*.36726              *.*                0      0 49152      0 LISTEN<br />
*.22                 *.*                0      0 49152      0 LISTEN<br />
*.25                 *.*                0      0 49152      0 LISTEN<br />
*.25                 *.*                0      0 49152      0 LISTEN<br />
*.587                *.*                0      0 49152      0 LISTEN<br />
127.0.0.1.631              *.*                0      0 49152      0 LISTEN<br />
</code></p>
<p>5-) Habemos BASH!<br />
Pelo menos ninguém teve a idéia de colocar o famigerado KSH como shell e o Bash está aqui. <img src='http://geek.linuxman.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>6-) Bom desempenho<br />
Mesmo em uma máquina virtual, o Nexenta apresenta uma performance melhor do que a máquina Virtual com o Feisty que rodei há pouco tempo. Com 512MB de RAM está fazendo um bom trabalho.<br />
Seria interessante trabalhar mais pesado com ele, numa máquina física e com mais variáveis envolvidas do que o Gnome, Mozilla, Shell e gerenciador de arquivos, mas parece que dá boa conta do recado</p>
<p>7-) ZFS<br />
Pelo que tenho lido ZFS é o sistema de arquivos que todos os outros sistemas de arquivos gostariam de ser. No Linux ele está disponível só através de uma gambiarra meio pesada, devido às  licenças do ZFS e a GPL serem incompatíveis,  impossibilitando colocar o suporte a ele diretamente no Kernel. No Nexenta, isso não é problema. Faça bom proveito de tudo que esse FS pode te oferecer</p>
<p>Apesar deste post ter mais pontos negativos do que positivos, leve em consideração que ainda está em Alfa e que comodismo não é uma coisa boa!<br />
Pessoalmente torço para o Nexenta dar certo e já tenho planos para ele, no meu futuro storage para uso pessoal. <img src='http://geek.linuxman.pro.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Vou continuar acompanhando de perto o desenvolvimento dele.</p>
<p>Nexenta: <a href="http://www.gnusolaris.org/">http://www.gnusolaris.org/</a></p>

	Tags: <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/bash" title="bash" rel="tag">bash</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/nexenta" title="nexenta" rel="tag">nexenta</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/solaris" title="solaris" rel="tag">solaris</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/vmware" title="vmware" rel="tag">vmware</a>, <a href="http://geek.linuxman.pro.br/tag/zfs" title="zfs" rel="tag">zfs</a><br />
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://geek.linuxman.pro.br/geek/nexenta-a7/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
	</channel>
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