Entro no Google Talk e meus contatos não aparecem… Logout/Login e nada.
Fechei o Pidgin e abri de novo e nada…. Droga! Que raios? Autenticar autentica, mas não aparece ninguém. Deixa eu tentar pela interface do Gmail. Mesma coisa. Deve estar com algum problema essa porcaria.
Ai que me lembrei… É Carnaval lá no Brasil, né? Sou o único trabalhando essa semana. 😛
Talvez os 3 leitores não-geeks deste blog (de um total de 5 leitores) não saibam, mas quando você apaga um arquivo do seu computador na verdade você não apagou nada. Ele continua lá, do mesmo jeito que estava. A única diferença é que a partir de agora o espaço que ele ocupava agora é visto como disponível pelo computador, de forma que quando você precisar criar um novo arquivo ele pode eventualmente usar o mesmo espaço que estava sendo utilizado pelo que foi removido.
Hoje de manhã aparece meu amigo Júlio no Talk e larga: “MEU! Que inferno o trânsito em São Paulo!”. Esse post então é em homenagem a ele e todos os outros paulistanos que todo dia enfrentam o trânsito de lá.
Eu moro na área rural de Halifax. Rural mesmo. Minha casa tem poço e fossa ao invés de água encanada e esgoto. E eu trabalho quase no centro.
No desenho fica fácil entender. Eu moro numa região pintada de amarelo e trabalho na região pintada de preto:
A esposa, por sua vez, trabalha na região pintada de branco. Devido aos nossos horários a gente sai de casa de manhã, passa quase na porta do serviço dela, vamos até o meu onde ela me deixa e depois ela volta todo o caminho até o serviço dela. Ou seja, para ela ir trabalhar de manhã atravessa a cidade uma vez e meia.
Tendo esses dados em mente e levando-se em consideração que o expediente dela começa às 08:00hrs, que horas precisamos sair de casa? Se você falou 07:10hrs, parabéns! Você acertou! 50 minutos para fazer tudo isso.
Mas agora deixa eu explicar algumas coisas (além do tamanho da cidade) que eu acredito contribuirem para a qualidade do trânsito:
Uma vez, ainda no Brasil, recebi uma ligação de uma usuária falando que estávamos com problema no servidor.
Ela foi tão categórica na afirmação que até me surpreendi, já que ela era uma auxiliar de RH e não uma pessoa técnica. Mas mesmo assim perguntei o que estava acontecendo e como ela chegou a essa conclusão.
– Ué… Tem uma mensagem na tela falando que o servidor interno está com erro.
Sexta-feira antes de ir embora cliquei no ícone de updates do Ubuntu. Quase 50 atualizações pendentes, apesar de eu executar semanalmente os upgrades necessários.
Tudo bem, atualizar é preciso. Inclusive eu tinha um atualização de kernel instalada fazia umas três semanas, mas ainda não tinha dado boot. Aproveitei o fiz. Fui embora na sexta com a máquina 100% atualizada.
“Vou sugerir um nome para a próxima versão estável do Debian: Benjamin Button. A distro que já nasce velha e com um dist-upgrade vai ficando mais nova.” – Sr. X
Eu nem me lembrava quando tinha saído a última versão do Debian (Etch), mas uma rápida consulta mostrou que foi quase 2 anos atrás.
Finalmente hoje (ok… ontem) aqui está a nova versão: Debian 5.0 (Lenny).
Apesar de não ser administrador de um Debian desde que mudei de dedicated hosting para shared hosting, ainda é minha distribuição favorita para servidores.
Quer me deixar irritado? Fala que alguma coisa que eu fiz muito bem feita está dando problema.
Ano passado tive que arrumar a estrutura de DNS daqui, já que quando cheguei os servidores atuais eram vulneráveis àquele ataque que deu dor de cabeça no ano passado.
Caprichei no esquema que fiz, inclusive com um bom tempo gasto em benchmarks. Então quando hoje me aparece um email do gerente falando que os novos servidores de DNS estavam com problema não precisou muito pra subir o sangue.