ATENÇÃO: Longo post no estilo “meu diário” abaixo. Continue a leitura por conta e risco. Caso contrário tem uma saída rápida por [aqui](http://www.kibeloco.com.br).
O terror de todo pai e mãe é que seus filhos arranjem aqueles amigos que são uma má influência. Fumar, beber, usar drogas, entrar pra vida do crime, torcer pro corinthians… Vai saber no que seus filhos podem acabar metidos.
Felizmente para mim (e para meus pais ) eu nunca tive desses amigos de má influência. Talvez principalmente porque quase todos os meus amigos fossem da mesma igreja que eu, criados com certos valores morais “default”. ******
Talvez também porque freqüentei a mesma escola do jardim à 8.a série, onde eu era vítima de bullying desde que me lembro, de forma que odiava os boyzinhos populares que usavam calça rasgada, fumavam, falavam palavrão e me batiam no recreio. Não só eles como os valores deles, de forma que usar calça rasgada (ou qualquer outra coisa da moda), fumar e falar palavrão nunca foram coisas que me atraíssem.
Talvez porque em conseqüência do parágrafo anterior eu tenha feito só amigos nerds, onde a gente competia um com o outro pra ver que tirava a melhor nota, quem terminava a prova primeiro, quem tinha as melhores redações. Lembro de na terceira série no meio da prova cutuquei meu amigo Marco para perguntar em que pergunta ele estava. Eu não estava disposto a terminar a prova depois dele. Mas a professora achou que eu estava pedindo cola e me deu uma bronca animal. Pelo menos não tirou minha prova.
O que importa é que eu cheguei no colegial praticamente sem influência nenhuma de ninguém. Nem pra bom nem pra mau. E hoje eu estava pensando de como dei sorte de conseguir (poucos) bons amigos que me influenciaram muito bem, de um jeito ou de outro.