Morre!

Uma funçãozinha muito útil do Perl é a “die”. Fica fácil gerar mensagens de erro e já abortar a execução numa tacada só.

Segue a versão primo-pobre para bash:

function die () { echo "$progname: $1"; exit ${2:-1}  ; }

Exemplos de uso:

[ ! -f /tmp/teste.txt ] && die "Arquivo não existe"

ou

[ "$A" -ne 0 ] && die "Nao encontrei o zero" 99

Tá difícil

Caramba… Hoje eu percebi que tô enrascado com essa porcaria de OpenVMS.

A minha sensação é que cada vez que busco um termo +openvms no google ele me responde assim:

[

](http://geek.linuxman.pro.br/uploads/2008/09/haha.jpg)

UFW Log Parser

Vou começar este post deixando uma coisa bem clara: Eu não sou programador.

Sou apenas um sysadmin metido a besta que gosta de fazer uns scripts de vez em quando. No meu antigo emprego eu fazia muitos, mas sempre para aplicações específicas, que não teriam uso para mais ninguém fora da empresa.

Mas no atual emprego estou fazendo coisas mais genéricas e resolvi compartilhar este script que fiz estes dias. Ainda está bem verde e mostra claramente minha falta de finesse como programador.

Frase do dia

I reject your reality and substitute it for my own.” Adam Savage

O fundo do poço

Não tem como a Microsoft negar que o Vista chegou no fundo do poço. As vendas são menores do que o esperado e uma enorme quantidade de pessoas faz downgrande de seus novos computadores de volta para o XP.

Sem contar que aqui na metade de cima do planeta a Apple está ganhando mercado à rodo. Como parte da estratégia de dominação mundial do Steve Jobs, agora quando você vai numa apple store e compra seu Mac você pode levar também seu antigo computador rodando Windows e eles migrarão seus dados gratuitamente.

De volta às aulas

Caso você não acompanhe o blog, meu emprego atual é numa universidade mas só estou nele desde o meio de Julho.

Ao contrário do Brasil, as principais férias escolares aqui são no meio do ano e o “ano letivo” começa em Setembro (e não em Janeiro).

Então desde que comecei neste emprego eu ainda não tinha visto como são as coisas quando os alunos estão lá.

É uma experiência diferente. Já trabalhei em banco, onde todo dia era dia de terno e gravata. Já trabalhei também em empresa de IT, onde em dia de visita de/à cliente tinha que usar calça social, camisa e sapatos e agora trabalho num ambiente escolar, onde os alunos são os clientes mas eles não tem a menor expectativa que eu esteja engomadinho enquanto trabalho para eles.

Na verdade meus padrões de vestimenta são bem baixos (camiseta preta e calça jeans) mas mesmo assim achei que o pessoal que trabalha comigo se veste mal. Nego de bermuda de praia e camiseta de time, outro de chinelo de dedo e outro com camisa velha e manchada.

Mas hoje deu pra entender: Nossos “clientes” ficam sentados no chão, usam calças rasgadas, sapatos de borracha e outras esquisitices mais. No meu entender passear pela universidade todo engomadinho não só pareceria um peixe fora d’agua como seria até ofensivo para  o meio-ambiente.

Isso me fez lembrar de um antigo post que fiz quando ainda estava no meu último emprego no Brasil e acho que já está na hora de fazer um re-assessment.

Novamente, leia a referência original antes de continuar lendo este post.

Welcome back!

O inverno já começa a dar as caras aqui no Canadá. Pelo menos pro nosso conceito de inverno (qualquer coisa abaixo de 18.o C já é frio).

Oficialmente ainda estamos no verão, mas as temperaturas já andam batendo a casa do 15.o C durante o dia e 10.o C durante a madrugada.

O verão realmente é bem curto aqui mas eu gosto muito do inverno e, pelo menos pra mim, ele é muito bem-vindo.

Cigarros

Considero fumar uma das coisas mais idiotas possíveis, mas dificilmente ia conseguir expressar meus pensamentos sobre esse vício tão bem quanto Danilo Gentili.

Ubuntu pronto para guerra

Prefácio

A rede mundial de computadores tem mais de 10 botnets. Todas dominadas por crackers armados até os dentes. É só nego de nmap, nessus, tcpdump e por ai vai.
No resto do mundo são softwares de auditoria. Na internet, são as armas do crime.

Um 0-day attack atravessa um firewall como se fosse papel. É burrice pensar que numa rede assim os daemons, mesmo atualizados, não vão ser crackeados apenas para fazer valer a lei.
E Linux também tem bug amigo, Linux também tem falha de segurança.

É por isso que nessa rede todo administrador tem que escolher: Ou se corrompe, ou se omite, ou vai pra guerra.

Rouba agora, imbecil

O grande trunfo dos marginais é o fator surpresa. O sujeito está lá, atrás do caixa, atendendo um suposto cliente e, do nada, o sujeito puxa um berro e fala “dá a grana”.

Mas ele também pode ser supreendido.

 

Another Geek Blog

A geeky blog about technology and more.