1 colher de café de sal (ou conforme o gosto do freguês)
1 colher de sopa de óleo
2,5 xícaras de água
Colocar num refratário coberto com filme plástico mas deixar 1 dedo aberto em um dos lado.
Mandar pro microondas por 23 minutos.
Atenção: O tempo pode precisar de algum ajuste dependendo da potência do microondas, então das primeiras vezes pode acabar ficando um pouco empapado até você descobrir o tempo ideal.
Eu já estive nos EUA pelo menos umas 5 vezes. Já tive um visto de turismo de 10 anos e meu visto atual é de negócios (B1/B2) com validade de 5 anos. Eu tirei ele quando trabalhava no meu antigo emprego, pois precisava ir até um cliente passar por treinamento.
Quem já foi pros EUA sabe que passar pela imigração lá é tão suave quanto o primeiro dia de curso do BOPE, mas com um pouco de educação e sabendo responder tudo que o inquisitor agente pergunta você passa tranqüilo e ganha o carimbinho que te permite ver o Mickey e gastar centenas de dólares em eletrônicos. Eu sempre passei por esta fase, com mais ou com menos dificuldade, mas nunca tive minha entrada nos EUA negada.
Pois agora estou numa situação semelhate à minha última ida pra terra do Tio Sam. Estou empregado em uma empresa de IT que está me mandando para Nova York ter treinamento no cliente. Extamente o mesmo caso da minha última entrada lá.
Chego eu, todo serelepe e saltitando, no aeroporto de Halifax hoje, econtro dois dos meus colegas de trabalho e meu gerente, todos canadenses nativos, fazemos o check-in e vamos pra sala de embarque.
Devido a um acordo EUA/Canadá lá mesmo na área de embarque já é considerado “solo americano” e tem a alfândega americana e o serviço de imigração.
Foi uma supresa pra mim, pois não estava preparado pra passar pela imigração aquela hora, mas como já passei diversas vezes e tinha na cabeça todas as informações necessárias eu rapidamente respondi tudo que o agente me perguntou e fui liberado pra ir pro meu portão de embarque.
Mas ai 5 minutos se passam e meus colegas/chefe não aparecem. 10 minutos… Meia hora… Que raios tava acontecendo?
Ao que vejo 4 (QUATRO) agentes do Departamento de Segurança Nacional me cercam e falam: O senhor pode nos seguir?
Pense no seguinte cenário. Você, *nix admin, chega no serviço para trabalhar, abre o console do seu desktop e pensa: Hora de trabalhar!
E abre o jogo DOOM.
Você olha a informação sobre o seu personagem e ele está com 20% de health e 0% de armor. Na hora você percebe que tem alguma coisa errada e começa a andar pelo mapa da fase e encontra um monstro enorme, babando e grunindo. Você dispara sua .12 no bicho, que cai morto no chão e imediatamente você vê o seu health subir para 80% e seu armor subir para 20%. Você acaba de matar um processo que estava consumindo muita memória e CPU.
Depois de ler este artigo eu fiquei pensando no que ele diz.
Ele começa bem, citando Confúcio: “A vida é muito simples. Nós que insistimos em fazê-la complicada”.
Se você entende inglês, vale a pena ler. Se não entende, azar, né? Tá mais do que na hora.
Algumas coisas que li combinam com o meu estilo e da esposa e já tomamos algumas atitudes neste sentido mesmo sem parar para pensar conscientemente no assunto.
Hoje a esposa me ligou e pediu: Quando você chegar em casa, instala o gFTP pra mim?
Como ela está no sudores eu disse: “Instala você mesma.” E fiz uma pausa para explicar como instalar.
O que me veio à mente não foi o Synaptic ou o Adept, mas sim o apt-get véio de guerra. Eu até lembrava dessas duas ferramentas, mas não sabia direito o nome delas (tem uma no KDE e uma Gnome. Qual é de qual?), em que menu elas estavam e nem onde tinha que clicar para instalar o pacote.
Assim que contratei internet aqui em casa já passei na FutureShop e comprei um Access Point da Linksys.
Comecei procurando pelo modelo WRT54GL, pois eu sabia que vinha com um Firmware baseado em Linux, mas como não achei comprei um WRT54G mesmo. Afinal estava em promoção e saiu por menos de CAD$ 55,00.
O dedo coçou de vontade de instalar, mas ai bateu aquele misto de “e se eu entijolar (gostaram da tradução de to brick?)” com “mais que preguiça”. E o Linksys permaneceu com seu firmware original mesmo.
Mas ai a minha irmã me aparece com um problema interessante: Onde ela mora tem wireless no térreo, mas como ela mora no 4.o andar tem dia que o sinal chega, tem dia que não chega e tem dia que fica capengando. Ela tentou contratar ADSL, que é a única opção por lá, mas o prédio não tem fiação pra instalar a linha telefônica no andar dela. O resultado é que normalmente ela tem que ir até o térreo pra usar o wireless e isso é muito incoveniente.
Comentei em outro post sobre changes e minha experiência com elas.
Apesar de ser um assunto complexo por natureza e ainda contar com o agravante de que cada empresa implementa de uma forma diferente, algumas dicas gerais podem ser úteis.
Planeje seus passos com antecedência
Pode parecer besteira falar isso, mas já vi muita gente (incluindo eu no início) simplesmente chegando na hora da change pra ver no que dava.
Tenha em algum lugar todos os comandos que precisará executar, de preferência separados em sessões do tipo “verificação pré-change”, “comandos para os hosts X e Y”, “comandos para o database W”, “script de checagem –full”.
Eu gosto de já deixar copiado o full path do comando e anotar pelo menos umas opções úteis.
Se a change afetará vários servidores ou sistemas que dependem uns dos outros não esqueça de colocar no seu checklist a ordem de stop/start de cada um deles.
Exagere. Minta se precisar.
Baseado na suas anotações quanto tempo você estima que a change vai levar? Multiplique por três e abra o seu change request com esse número.
Normalmente as changes passam por um comitê revisor, conforme comentei no post anterior. Dependendo do nível de babaquice da política da empresa e da criticidade do sistema, eles vão falar pra você fazer em menos tempo. Como você já multiplicou por três pode dar um desconto pra eles.
Algumas empresas mais inteligentes te dão a opção de abrir a change com uma janela de X tempo e execução de Y tempo. Isso significa que você pode abrir uma janela que será das 22:00 às 00:00 para executar uma mudança de 10 minutos. Se você tem essa possibilidade, use-a!
Já incorporando parte da cultura canadense, quero dizer a todos os meus – 5 – leitores que eu sinto muito, mas meu português anda horrível.
Andei relendo uns posts e deu até medo. Em alguns tem que tomar fôlego antes de ler a frase, em outros tem que imaginar o R no final dos verbos e outros ainda tem concordâncias estranhas.
Mas não se preocupem. Estou piorando o português, mas não estou melhorando o inglês não… Mas agora pelo menos posso falar frases do tipo “Vou ali no basement” ou então “Continua na avenida e turn right”.