Google

Cena 1:

Eu e a esposa no sofá vendo TV e conversando sobre uma loja que precisávamos visitar no final de semana. E eis a dúvida: Que horas eles abrem?

Eu saco meu droid, ela saca seu iPod touch, acessamos o Google BUM! 30 segundos depois sabemos a resposta: Horário de funcionamento: Das 09:00 às 16:00hrs.

Nos olhamos e dizemos quase ao mesmo tempo: Como vivíamos sem o Google?

Cena 2:

Um dos gerentes aqui na empresa não está conseguindo configurar o BlackBerry dele para conectar no nosso Wifi porquê usamos um certificado self-signed.

Ele veio aqui no nosso departamento enquanto comíamos nossa pizza comemorativa pela aposentadoria de um dos servidores mais velhos da empresa (assunto pra outro post) e acabou que ficamos mais de meia hora discutindo as maravilhosas ferramentas de busca do Google.

No final da conversa alguém larga: Como vivíamos sem o Google?

Cena 3:

O pastor da nossa igreja veio em casa ontem para eu instalar o Ubuntu Netbook Remix (sensacional aliás. Eu nunca tinha visto ele antes) no Aspire One da filha dele, que veio com a porcaria do Windows Starter Edition.

Enquanto eu tentava fazer backup dos emails (Mozilla Thunderbird) surgiu uma dúvida: Como eu faço para exibir as pastas ocultas no Windows 7?

Eu não sabia, ele não sabia… Mas 30 segundos depois de procurar no Google, lá estava a resposta.

Ele olha para mim e pergunta: Como vivíamos sem o Google?

E notem que eu não estou falando “como vivíamos sem um site de busca”. Estou falando Google mesmo. Já tentei utilizar o Yahoo, Bing, Ask… sem chance. Não se comparar os resultados do Google com mais nada.

A conclusão? Tire as suas próprias, mas eu não pretendo parar de usar o Google tão cedo. E, aliás, se eles resolverem começar a cobrar pelos serviços amanhã eu digo o seguinte: Eu pago.

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Tempestade em Halifax

Tá uma tempestade do cão aqui em Halifax e eu pego todo dia a ponte pra trabalhar (trabalho em Dartmouth).

Agora na volta do serviço me bateu um cagaço fenomenal… Achei que a ponte ia cair… Saquem só o barulho do vento e o tanto que o carro estava balançando. Notem que durante a maior parte do vídeo eu estou com o carro parado.

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Faça outsource do seu cérebro

Não sei se a história abaixo é verídica, mas é uma boa introdução ao post:

Dizem que a Xerox contratou uma consultoria para melhorar o serviço de suporte ao cliente. Depois de muito dinheiro gasto, um imenso (e complexo) sistema desenvolvido e nem tanta melhora assim resolveram investigar. Para fazer isso começaram a analisar número de chamados fechados e feedback dos clientes para determinar quem eram os bam-bam-bans do suporte e usá-los como fonte de estudo para melhorar os outros.

Uma semana de análise depois chegaram à conclusão que dois funcionários eram imensamente superiores – tanto na quantidade de chamados fechados como no resultado positivo de acordo com os cliente.

Um deles era o funcionário mais antigo do suporte. Com 15 anos de casa ele não só sabia como resolver grande parte dos problemas de cabeça como mantinha sua próprias anotações que utilizava como base de conhecimentos. Ele nem sequer usava o novo sistema.

A surpresa, porém, foi que o segundo melhor foi um novo estagiário, recém-começado na empresa e que ainda nem sequer tinha usuário e senha para acessar a base de conhecimentos. Porém ele sentava do lado do melhor funcionário do suporte e não tinha medo de perguntar.

(in)Felizmente eu já estou nessa vida de sysadmin a tempo suficiente para me encaixar mais no perfil do primeiro sujeito, mas para manter minha sanidade eu fiz outsource do meu cérebro na maior parte das coisas. E tem funcionado bem até o momento. Explico:

A maior parte das coisas que precisamos saber nos nossos trabalhos se encaixam em uma dessas três categorias: As que fazemos muitas vezes, as que fazemos com uma certa freqüencia e as que nunca vimos antes na vida.

Via de regra eu tento fazer outsource do meu cérebro (e francamente do meu tempo) para as três opções e aqui vão algumas dicas. São voltadas para os sysadmins, mas provavelmente podem ser adaptadas para outros profissionais.

Continue reading ‘Faça outsource do seu cérebro’

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Mirror local

Um post bem geek pra variar… :)

A maior universidade aqui da região, a Dalhousie, acabou de criar um mirror de software livre.

Como se não fosse bom o suficiente ter um mirror fisicamente tão próximo, diminuindo em muito a latência na rede, ainda por cima eles usam o mesmo provedor que eu e tem um PTT (Ponto de Troca de Tráfego) dentro do datacenter deles.

Olhem só o traceroute:

Host                               Loss%   Snt   Last   Avg  Best  Wrst StDev
 1. DD-WRT.home.lan                  0.0%     3    0.5   0.6   0.5   0.7   0.1
 2. ???
 3. hlfx-asr1.eastlink.ca            0.0%     3    9.8   9.2   8.4   9.8   0.7
 4. hlfx-br1.eastlink.ca             0.0%     3    9.0  12.9   9.0  16.2   3.7
 5. hlfx-dr3.eastlink.ca             0.0%     2    7.0  21.1   7.0  35.2  19.9
 6. dal-gw.eastlink.ca               0.0%     2    7.8   9.8   7.8  11.8   2.9
 7. 198.166.1.37                     0.0%     2    8.5   8.1   7.8   8.5   0.5
 8. 192.75.96.254                    0.0%     2    9.1   9.3   9.1   9.4   0.3

Coloquei um download pra rolar, just for fun aqui. Não deu nem graça:

347,852,800 1.75M/s   in 3m 10s

Se eu ainda estivesse na universidade onde trabalhava o link entre elas é 1Gbp/s. O gargalo iria ser meu disco! Que coisa linda de imaginar.

Mas com isso eu já consigo viver feliz o suficiente, obrigado. :)

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Frase do dia

“Luck is for men without skills” – Greg Sanders

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Oops… Mal ae.

Entre 2005 e 2007 participei da criação de algumas redes relativamente complexas, com trocentos requerimentos, especificações, servidores, redes, políticas de segurança, etc.

Na época eu estava no time de redes e era minha responsabilidade alocar subnets, IPs, Vlans, etc. Até que era divertido fazer toda a engenharia de uma rede razoavelmente grande e complexa, até que chegavam os malditos clusteres.

Não manjo nada de AIX, mas toda vez que precisávamos implementar um cluster de System P era a mesma coisa:”Ô, Eri… precisamos de uma rede exclusiva pra comunicação entre sei-lá-o-que e a repimboca da parafuseta.”

Tocava eu criar uma Vlan só pra isso.

E onde tem AIX tem o que? Oracle… (sempre andam juntos ou é impressão?). Ai vem também o DBA e larga: “O Oracl RAC precisa de uma rede exclusiva pra heart beating…”

Ô minha nossa… uma rede feita com tanto capricho e cuidado, com subnets bem definidas, máscaras de rede escolhidas com cuidado, numeração IP feita com esmero o suficiente para ser possível saber o hostname baseado no IP sem precisar de DNS… E me aparecem esses filhotes de cruz-credo criando redes isoladas e horrível de documentar num diagrama. O que fazer?

Bom… Eu fazia o seguinte: Para não estragar a minha alocação de redes privadas tão bem planejada eu simplesmente alocava 1.1.1.x/xx para essas tranqueiras. Ficava limpo, bonito e todo mundo que pegava o cliente depois que eu tinha saído do projeto sabia, apenas de bater o olho, do que se tratava aquela subnet: Era isolada e não precisavam se preocupar com ela.

Até ai tudo bem… Exceto por um problema: Dia 20 de Janeiro de 2010 a rede 1.0.0.0/8 foi alocada para Asia Pacific Network Information Center.  Oops… Foi mal, hein?

O quanto isso vai ser um problema na prática eu não sei dizer, pois a maioria dessas redes que eu implementei não eram acessíveis via internet de qualquer forma… Mas potencialmente falando é um problema.

Bom…. vivendo e aprendendo… De qualquer forma, desculpa qualquer coisa. :-P

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Mundo perdido

AVISO: Esse é um posto longo, chato e extremamente reclamão. Recomendo você procurar outra coisa para ler. Continue sob o risco de ficar entediado, puto comigo ou, se pensar igual a mim, puto assim como eu.

Eu fico puto da vida quando as pessoas ainda me questionam porquê não quero ter filhos. Será que sou só eu que vejo que o mundo como conhecemos está indo pro buraco? E o que vejo pro futuro me faz até questionar se quero viver muito mais do que os 50 anos.

São desde grandes coisas extremamente problemáticas até babaquices e picuinhas bem pequenas que parecem existir só pra tirar a gente do sério.

No Brasil parece que o golpe de estado está tomando forma mesmo, né? Lógico que está sendo no melhor estilo de cozinhar sapo… bem devagarzinho…

Esse tal de Projeto Nacional de Direitos Humanos tá uma coisa muito bem-feita. Um perfeito cavalo-de-tróia como disse o Ruy Fabiano. Quando menos perceberem vocês por aí vão ter perdido o direito à propriedade privada, liberdade de expressão, liberdade de imprensa e sabe-se lá mais o que. Mas hey… Quem vai ser contra os DIREITOS HUMANOS, né?

Aliás, liberdade de expressão é uma coisa que está perdida no mundo inteiro, né? Nenhum lugar mais do mundo você pode pensar e falar o que bem quiser.

  • Na china não pode falar mal do governo.
  • Nos países árabes não pode falar nada contra o Islamismo.
  • No Canadá e outros países de primeiro mundo da Europa é proibido contra o homosexualismo e religião ou crença. Desde que não seja Cristianismo. Esse pode meter o pau.
  • Nos Estados Unidos não pode falar mal do combate ao terrorismo sob o risco de entrar em alguma watch-list.
  • No Brasil a combinação de todas as anteriores mais coisas bairristas como “vítimas da ditadura militar”.
  • No mundo inteiro é proibido falar qualquer coisa contra o “aquecimento global”

E notem que as proibições não são necessariamente explícitas. Muitas delas são apenas subentendidas e respeitadas por puro medo de uma reação de uma terceira parte que possa nos prejudicar de alguma forma.

Também acho “sensacional” como as nossas liberdades pessoais são colhidas dia-a-dia em nome de temas tão puros que ninguém se atreve a questionar.

Aqui no Canadá, por exemplo, é proibido mandar qualquer lanche para seu filho comer no recreio que contenha amendoim. Afinal as crianças que tem alergia a amendoim pode comer o lanche do seu filho e ter uma reação alérgica. Ora, quem não se preocuparia com pequenos e fofos humaninhos tendo reação alérgica, né? E que tipo de pessoa mau e insensível vai ser contra uma regulamentação que só tem o bem em mente? PENSEM NAS CRIANÇAS!

Bom… como já foi a mão, vamos catar o braço também. Na Universidade em que trabalhei ano passado as salas de aula era “peanut free zones”. Peraí! Como um marmanjo de seus 20 anos alérgico ao ponto de reação vai comer comida ALHEIA numa sala de aula de faculdade?

Mas calma… as coisas são sempre feitas com calma. Jamais você vai consegue sequer proibir amendoim do dia pra noite. É preciso mexer com a cabeça das pessoas.

Algumas empresas de alimentos fazem na TV propaganda de seus lanches e guloseimas SEM AMENDOIM e também preparados num ambiente 100% sem amendoim. E a propaganda na TV, feita com personagens em 3D via computação gráfica, mostra os amendoins como monstros grandes, feios e perigosos, enquanto o lanche sem amendoim é tipo um super-herói.

E, para não perder mercado, quase todas as empresas de alimento também lançam produtos sem amendoim e com grandes etiquetas e avisos:  LIVRES DE AMENDOIM. Reparem na linguagem: LIVRES! Quem seria contra a liberdade, né?

E continuando, agora empresas aéreas também poderão ser obrigadas a criar uma “zona livre de amendoim” dentro dos aviões.

Ainda no tema “pensem nas crianças”, li recentemente que uma cidade na Inglaterra fez uma lei que proibe os pais de irem no parquinho com seus filhos. Em nome da luta contra a pedofelia a cidade contratou “profissionais homologados” que podem ficar dentro do parquinho supervisionando as crianças, enquanto os pais devem esperar do lado de fora do alambrado.

Hey… quem vai ser contra, né? Pensem nas crianças.

E ainda falando em crianças… Quando eu era pivete levei um bocado de surra do meu pai e da minha mãe (só que da minha mãe não doía. Hehehehe… falei. :-P ).

Acreditem se quiser, cresci sem traumas, muito bem educado, equilibrado e normal. Assim todos meus amigos e conhecidos da mesma idade que eu que foram educados da mesma forma. Um bom tapa na bunda, uma chinelada e umas boas horas em pé num canto de castigo são excelentes ferramentas educacionais e sou grato aos meus pais por terem utilizadas as mesmas comigo.

Mas hoje em dia, pricipalmente em países de primeiro mundo, experimenta relar o dedo no seu filho. Xadrez amigão.

Esse vídeo mostra a indignação de uma avó que teve o carro roubado pelo neto de 7 anos que estava bravo com a mãe que o proibiu de jogar video-game. A vó diz algo como “Eu queria esquentar o traseiro desse muleque. Se eu não soubesse que iam me mandar pra cadeia por causa disso eu ia dar uma bela surra nele”.

Eu assisto com freqüencia COPS e é ridícula a freqüencia com que a polícia é chamada pelos pais para resolver problema com os filhos.

Vi um episódio onde dois filhos adolescentes de um casal começam a brigar e o pai liga pra polícia, que chega na casa e prende os dois por violência doméstica. E não era briga de foice não. Briguinha dessas normais de irmãos.

Dois adolecentes, recém entrados na faculdade passaram a ter passagem pela polícia, ficha criminal e experimentaram uma noite na cadeia. Sinceramente, como isso pode ser melhor do que uns tapas na bunda?

Mas calma. Isso não é tudo. Não muito tempo atrás li também sobre o caso de uma menina adolescente (12~14 anos) que processou o pai. O pai tinha, como castigo por ela ter saído escondida de casa de madrugada para ir numa festa, proibido ela de ir a uma excursão com a escola.

Ela processou e ganhou. Me fala isso é coisa de gente normal. A juiza decidiu que o castigo era desproporcional à ofensa. Um exagero. Uma violência contra a liberdade da menina. Pensem nas crianças.

Mas percebem como é um processo gradual? Começou alguns anos atrás com gente babaca, psicólogos (encaixam na categoria anterior?) e sociólogos falando dos problemas de violência infantil. E quem vai ser contra violência infantil, né? E aos poucos vai aumentando, aumentando até chegar numa aberração como essa.

O detalhe é que se você perguntar na intimidade, uma a uma, a maior parte das pessoas tem uma noção corretada do que é um tapa educativo e o que é violência. E é favorável a um tapa educacional.

Mas coloca 100 pessoas medianas com a cabeça em ordem  e um desses pseudo-entendidos verborrágicos numa sala e tenta fazer a mesma pergunta. Todo mundo vira entendido e defensor das pobres crianças também. Mesmo que seja só para não ser taxado de sei-lá-o-que.

Aliás, como falei antes ser taxado por uma terceira parte realmente é nosso único problema na maior parte das liberdades que abrimos mão. Mas conforme vamos abrindo mão a perda dessas liberdades vai permeando o nosso dia-a-dia até o momento em que ninguém mais tem coragem de levantar a voz contra isso e ai surge uma lei, regulamentação ou raio que o parta que institui a perda dessa liberdade de forma definitiva e ter essa liberdade passa a ser crime.

Um bom exemplo para ilustrar tudo que falei foi a campanha de desarmamento no Brasil. Ter uma arma sempre foi uma liberdade pessoal, incluindo o direito a auto-defesa até onde entendo.

Mas ai aos poucos foram minando os direitos, colocando restrições e atacando abertamente o porte de arma. Os pseudo-intelectuais cheios de carisma falando pelos cotovelos e todo mundo que discordava taxado de potencial assassino.

Graças a Deus o voto é secreto e os Brasileiros ainda puderam ir lá e votar, sem medo da opinião de terceiros, no que realmente acreditavam.

Infelizmente a maior parte das coisas que nos afetam no dia-a-dia são resolvidas na canetada ou apenas fazendo a chamada consulta popular, onde apenas os chatos, esquedistas e pseu-intelectuais se metem.

Afinal enquanto eles vão a fórums, passeatas, congresso nacional e imprensa exigir direitos, criar leis e bradar palavras de ordem absurdas que acabam com o mundo como conhecemos, nós, as pessoas normais e medianas não podemos reagir. Afinal temos que trabalhar pois não somos vagabundos.

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Frase do dia

“No problem is so formidable that you can’t walk away from it.” — C. Schulz

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Risotto de frutos do mar

Ontem a esposa e eu comemoramos 12 anos juntos e eu quis preparar uma janta mais bacana para marcar a data.

A receita escolhida foi essa aqui, e vou dizer uma coisa… ficou sensacional. Nos meus poucos anos de cozinha posso dizer sem a menor sombra de dúvida que foi o prato mais saboroso que já preparei.

Por culpa da minha pão-durice o tempero das comidas que faço são normalmente limitados à pimenta, alho, cebola, orégano e noz-moscada. Mas essa receita pedia e eu resolvi abrir a mão e comprar coisas que nunca utilizei antes.

Chalota, Dulse (sei lá em português), e até Vermute entraram na confecção. Isso sem contar caldo de frango, salsinha…

Os ingredientes principais também sensacionais: Snow Crab, Lagosta, Amêijoa e Mexilhão. (OK, minha receita não foi 100% igual à do link).

Nas palavras da esposa, tudo foi ligado no final pelo cream-cheese.

Deu um trabalho razoável (mais de 1 hora e meia), sujei louça pra caramba, mas no final deu até aquela pontinha de orgulho de mim mesmo. Sempre faço rango bom, mas nunca fiz nada igual a essa receita.

Próximo desafio: Pate de canard en croute

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USD 10000 via email!

Você está em casa ou no serviço e chega um email para você com um conteúdo mais ou menos assim:

“Prezado e querido amigo,
Meu nome é fulano e represento uma importante multi-nacional com sede em nossa comunidade a qual reservou 10.000 DOLARES AMERICANOS para presentear nossos amigos e parceiros neste final de ano.
Decidimo que ao invés da distribuir essa quantia em presentes de menor valor iríamos presentear uma única pessoa com TODO ESSE DINHEIRO!
É uma imensa felicidade para mim dizer que estamos oferencendo SEM NENHUM RISCO e COMPLEMENTAMENTE GENUINO 10.000 para a primeira pessoa que responder a este email com as seguintes informaçoẽs:
* Nome e endereço completos
* Informação completa de sua conta corrente
Um natal repleto de felicidades,
Fulano de Tal
Chief Financial Office”

Se por acaso esse email passasse batido pelo anti-spam, o que você faria?

Bom… veja esse vídeo



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