Não sei se a história abaixo é verídica, mas é uma boa introdução ao post:
Dizem que a Xerox contratou uma consultoria para melhorar o serviço de suporte ao cliente. Depois de muito dinheiro gasto, um imenso (e complexo) sistema desenvolvido e nem tanta melhora assim resolveram investigar. Para fazer isso começaram a analisar número de chamados fechados e feedback dos clientes para determinar quem eram os bam-bam-bans do suporte e usá-los como fonte de estudo para melhorar os outros.
Uma semana de análise depois chegaram à conclusão que dois funcionários eram imensamente superiores – tanto na quantidade de chamados fechados como no resultado positivo de acordo com os cliente.
Um deles era o funcionário mais antigo do suporte. Com 15 anos de casa ele não só sabia como resolver grande parte dos problemas de cabeça como mantinha sua próprias anotações que utilizava como base de conhecimentos. Ele nem sequer usava o novo sistema.
A surpresa, porém, foi que o segundo melhor foi um novo estagiário, recém-começado na empresa e que ainda nem sequer tinha usuário e senha para acessar a base de conhecimentos. Porém ele sentava do lado do melhor funcionário do suporte e não tinha medo de perguntar.
(in)Felizmente eu já estou nessa vida de sysadmin a tempo suficiente para me encaixar mais no perfil do primeiro sujeito, mas para manter minha sanidade eu fiz outsource do meu cérebro na maior parte das coisas. E tem funcionado bem até o momento. Explico:
A maior parte das coisas que precisamos saber nos nossos trabalhos se encaixam em uma dessas três categorias: As que fazemos muitas vezes, as que fazemos com uma certa freqüencia e as que nunca vimos antes na vida.
Via de regra eu tento fazer outsource do meu cérebro (e francamente do meu tempo) para as três opções e aqui vão algumas dicas. São voltadas para os sysadmins, mas provavelmente podem ser adaptadas para outros profissionais.
Nas minhas andâncias pelo Google me deparei com o poder dos contâineres. E não estou falando desse tipo aqui. Estou falando dos containers de carga, aquele tipo de colocar em navios.
É impressionante a quantidade de aplicações que a criatividade humana deu para o produto. O que faz todo o sentido, já que é praticamente um lego gigante.
Esses dias convensando com a esposa, por algum motivo chegamos à seguinte conclusão: “10 mangos por mês não pode ser difícil.”
O contexto da conversa era como seria possível incrementar a renda familiar sem fazer nada. Tirar milão por mês sem fazer nada é quase impossível na nossa atual situação. Cem pilas não parece nada fácil… Mas 10 mangos? Não é possível que duas pessoas (razoavelmente) inteligentes e educadas não consigam 10 mangos por mês. Bom… aparentemente é possível.
As regras que colocamos para nós mesmos tornaram a missão muito complicada:
O dinheiro deve vir de fonte lícita e moral
Não deve ser dinheiro feito de dinheiro (aka investimento)
Deve ser automático (sem precisar de nenhuma ação ativa de nossa parte)
Deve ter investimento inicial mínimo (afinal tamos falando só de 10 mangos por mês)
Deve ter esforço inicial mínimo
E, acredite se quiser, depois de quase um mês não temos a menor idéia do que fazer para conseguir os $ 10 seguindo essas 5 regrinhas.
Algumas idéias surgiram, mas sempre falhando em algum dos pontos (investimento inicial, automatização, etc).
Acho que o que passou mais perto foi monetização dos blogs – thanks, but no thanks – e uma idéia genial do meu cunhado: Deixar crescer o cabelo e vender depois. (-_-)
Te desafio a tentar isso você também. Siga as 5 regras e veja o que consegue ao fim de um mês. Não ficaria surpreso se alguém conseguir pensar em algo… minha criatividade é algo lamentável.
“Aquilo que o mundo me pede não é o que mundo me dá” – Chorão, Charlie Brown Jr. Gabriel o Pensador
Meus familiares, amigos e leitores mais antigos do blog sabem que odeio o sistema de ensino convencional, professores e toda a cultura formada em volta disso. Lógico que também é o cúmulo da ironia eu trabalhar numa universidade, mas isso é bem recentemente na minha vida e apenas confirmou o que eu sempre pensei.
Você já parou para pensar como o que a vida nos exige não se aprende na escola? E por outro lado, o que se aprende na escola muitas vezes é totalmente irrelevante para a sua vida?
Não precisa ir longe. Abra o Orkut, um blog qualquer ou um site de notícias que permite comentários dos leitores e leia os absurdos que as pessoas escrevem. As pessoas tem a capacidade técnica de ler (ensinada na escola) mas não tem a capacidade mental de entender (não ensinada na escola).
Quer mais exemplos? Você deve conhecer alguém altamente inteligente e capacitado na sua área de atuação, que ganha um salário muito acima da média e mesmo assim deve até as cuecas para o cartão de crédito ou banco.
A gente aprende a ganhar dinheiro (aprendendo uma profissão), mas não aprende a gastá-lo e, muito menos, a guardá-lo.
E na escola – e também em casa – o que se aprende desde criança é a obedecer, receber ordens, seguir regras. Qualquer contestação é respondida com um “porquê eu mandei!” ou um “não é essa a resposta que eu queria” e ainda um “eu MANDEI você mudar de lugar.”
Depois do colegial (aka na fase da adolescência) eu fiquei mais contestador e perdi a contagem do número de vezes que arranjei confusão com professor porquê eu fiz ou respondi algo de forma diferente do que foi ensinado (invariavelmente de forma melhor).
Era normal os professores desconsiderarem minhas respostas com um argumento do tipo “não foi assim que eu ensinei” ou “você colocou uma resposta muito curta e eu queria a resolução inteira”.
Ai você chega numa entrevista de emprego e o que é que o cara do RH está procurando? “Um líder”. Ou ainda: “alguém que pense fora da caixa”.
Ah, tá. Perai que vou chamar a tia Matilda da terceira série e pedir pra ela explicar porquê ela assassinou 40 líderes e socou 30 futuros profissionais de volta pra dentro da caixa.
Eu poderia ir longe na minha ranhetice, mas vou deixar aqui alguns exemplos de coisas que eu penso serem fundamentais para qualquer pessoa e que não são ensinadas na escola, bem como algumas referências de onde você pode procurar mais informações sobre essas coisas:
Tá ganhando pouco? Mal vê a hora de ganhar na mega-sena? Toma sorvete no inverno pra ver se pega uma gripe e consegue dispensa no serviço? Odeia seu trabalho, seu chefe ou seus colegas?
Amigão, você é um bosta mesmo precisa assistir isso:
Confesso que nunca tinha ouvido falar de Randy Pausch, mas acabei de assistir o vídeo abaixo, que tem o nome de “a última aula de Randy Pausch” , e virei fã do cara.
Não vou falar mais nada, pois estraga a surpresa do vídeo. Dêem uma olhada na entrada da Wikipedia que linkei também, que vale a pena.
Em tempo: Vídeo em inglês, com mais de 1 hora de duração. Mas vale muito a pena.
1 colher de café de sal (ou conforme o gosto do freguês)
1 colher de sopa de óleo
2,5 xícaras de água
Colocar num refratário coberto com filme plástico mas deixar 1 dedo aberto em um dos lado.
Mandar pro microondas por 23 minutos.
Atenção: O tempo pode precisar de algum ajuste dependendo da potência do microondas, então das primeiras vezes pode acabar ficando um pouco empapado até você descobrir o tempo ideal.
Depois de pronto deixar descansar no microondas por 2 minutos antes de retirar.
Vai render uma porção suficiente para duas pessoas comerem bem. Caso deseje dobrar a receita o tempo no microondas aumenta pra 34 minutos, pela minha experiência.
Depois de ler este artigo eu fiquei pensando no que ele diz.
Ele começa bem, citando Confúcio: “A vida é muito simples. Nós que insistimos em fazê-la complicada”.
Se você entende inglês, vale a pena ler. Se não entende, azar, né? Tá mais do que na hora.
Algumas coisas que li combinam com o meu estilo e da esposa e já tomamos algumas atitudes neste sentido mesmo sem parar para pensar conscientemente no assunto.
Menos bens* geram menos preocupações. Ora, se você não tem muito a perder não precisa se preocupar demais, né? Quando fui fazer o seguro aqui de casa (obrigatório no contrato de aluguel) eu tinha que dizer o valor dos bens dentro da casa pro caso de sinistro. Já perguntei logo de cara pra corretora qual era o mínimo. E mesmo o mínimo é MUITO mais do que temos aqui em bens.
*Note que não estou falando aqui de bens que constam na coluna “ativos” do seu balanço patrimonial. Estou falando daqueles que constam na coluna “passivos”.
A bem da verdade se pegar fogo aqui em casa é só voltar backup num computador novo e passar na Dollarama e no Wallmart.
Limpe seu espaço. Eu odeio ambientes empanturrados de coisa. Salas de estar lotadas então são o pior. Tem vezes que não tem espaço nem pra uma pessoa andar e nego ainda coloca mesinha de centro, pufe, carrinho de chá e um rack de TV enorme. Já que a nossa sala aqui é pequena adotamos apenas um sofá em L, um rack pequeno e baixo e um tapete. Mais nada.
Aprecie e seja grato pelo que tem. Fala a verdade. Você (ou sua cara metade) gastou uma fortuna para comprar aquela mesa de jantar chique (ao contrário da nossa de CAD$ 78,00 no Wallmart), enfeitou com toalha bordada à mão (o oposto da nossa de plástico comprada na Dollarama) e complementou com aquela bela porcelana chines (nem pensar nossos pratos da Dollarama). E ai? Quando foi a última vez que você simplesmente sentou e ficou olhando pra esse conjunto? Em como ficou bacana isso? Valeu a pena. Tá no maior capricho. Curta um pouco.
Faça uma coisa de cada vez. Fazer muitas coisas ao mesmo tempo não é bom para você e sua saúde. Inclusive saiu hoje no Slashdot uma notícia sobre isso. Ao invés de ficar se atropelando, use uma metodologia como o GTD e seja mais produtivo, uma coisa de cada vez.
Controle seus gastos. Essa é muito complicada e parece que aqui no Canadá tá ainda mais complicado. As coisas são muito mais baratas que no Brasil, facilmente disponíveis e vira e mexe tem promoção de alguma coisa. Estou me esforçando ao máximo, principalmente para evitar gastar com gadgets. Estou com uma viagem em vista (mais detalhes em alguns dias) e já estou pensando em que gastar meu dinheiro. Um N810? Um PVR? Os dois? Vamos lá… força que eu consigo: Não vou comprar NENHUM.
Eu ainda acrescentaria:
Livre-se do que não tem utilidade. Na nossa última casa eu tinha um armário só com peça antiga de computador. Guardei durante anos algumas delas. Algumas passaram por 3 mudanças de casa e no final foram parar no lixo. Mantê-las e transportá-las foi apenas desperdício de espaço e energia.
Desde que a família esteve aqui no final do ano a quantidade de pratos, talheres e acessórios de cozinha em geral cresceu enormemente. Estou seriamente considerando encaixotar o que não usamos no dia-a-dia e o que não for mais utilizado nos próximos 6 meses pode ir pro lixo. Lembrando, é claro, que todos os nossos equipamento de cozinha vieram da Dollarama.
Já adotamos um método de seleção parecido no nosso casamento, quando não convidamos ninguém com quem não tivéssemos falado nos últimos 6 meses. A lista de gente caiu drasticamente. Foi mal, hein, Chico? (aliás, Chico… não tem URL não?)
Hoje a esposa me ligou e pediu: Quando você chegar em casa, instala o gFTP pra mim?
Como ela está no sudores eu disse: “Instala você mesma.” E fiz uma pausa para explicar como instalar.
O que me veio à mente não foi o Synaptic ou o Adept, mas sim o apt-get véio de guerra. Eu até lembrava dessas duas ferramentas, mas não sabia direito o nome delas (tem uma no KDE e uma Gnome. Qual é de qual?), em que menu elas estavam e nem onde tinha que clicar para instalar o pacote.
Como uso o yakuake pedi para esposa pressionar F12 e ditei os comandos que ela deveria digitar. Toda nossa conversa no telefone, incluindo notícias dos filhotes e a instalação do gFTP tomaram apenas 5m22s, segundo o meu ramal.
Por outro lado me lembro que toda vez que preciso dar suporte pro meu pai, que usa windows, são pelo menos uns 20 minutos no telefone: “Clica em Iniciar/Programas/XPO. Vai em Menu/Editar. Não tem isso? Tem Edit? Não? Que tela você está? Hum. Essa eu não conheço. O que tá aparecendo?”
O que deveria ser fácil fica complicado, pois a tela do outro lado varia de acordo com a versão do sistema operacional, do idioma, do Window Manager (se for Linux/Unix), etc, etc.
A linha de comando não muda. Os comandos que ditei pra minha esposa são os mesmos que comecei a aprender em 2001, quando tive meu primeiro contato com o Debian.
Comandos mais genéricos do Unix são ainda melhores neste ponto. Não mudam desde a década de 70. Trinta anos firmes e fortes.
Se você precisa fazer uma mesma tarefa para múltiplos arquivos então, ter uma certa fluência em comandos shell podem salvar um tempo precioso.
Um exemplo simples
Imagine que você precisa mandar as fotos das suas férias para a família via email. Você tem uma daquelas novas máquinas digitais de 12MPixel e cada foto ocupa mais de 10MB.
Você pode simplesmente abrir o Gimp e redimensionar todas as imagens para 800×600. Com meia dúzia de cliques você faz isso.
Mas se ao invés de tirar 10 fotos nas férias você tirou 700, igual meu cunhado fez?
O jeito mais fácil é via linha de comando:
for i in *.jpg; do convert $i -resize 800x600 ${i/.jpg/-800x600.jpg}; done
É apertar <ENTER> e ir cuidar da vida. Todas vão ser redimensionadas sem a sua intervenção.
OK, a sintaxe é horrível, está cheio de letrinhas e símbolos estranhos e pode não fazer o menor sentido agora, mas se você se dedicar a aprender um pouco de comandos via terminal agora eles vão servir de novo semana que vem. E na outra. E no ano que vem. E se as coisas continuarem assim, por muito mais anos por ai.
E como decorar os comandos? São muito complicados.
Muitos comando são mneumônicos ou tem opções mneumônicas, infelizmente quase sempre em inglês. Outro ainda são apenas a palavra que executa a ação em inglês.
Exemplos:
Para listar os arquivos de um diretório, o comando é ls “LiStar”.
Para achar um arquivo, o comando é find
Apagar um arquivo? rm nele “ReMove”
A idéia é ir aos poucos, entendendo cada comando conforme for utilizando. Diversos sites de ajuda como o Ubuntu Help Guide tem comandos prontos para copiar e colar. Aproveite e tente entender cada um. Lembre-se do man!
Por fim
Indiscutivelmente interface gráfica é algo sensacional. Simples, bonita, cheia de recursos e permitindo que qualquer um faça qualquer coisa sem saber nada de Linux. Muitos novos usuários foram conquistados para o Linux depois que distribuições como o Ubuntu começaram a pensar que tem uma pessoa sentada na frente da máquina e ela quer interagir com o sistema.
Não sou xiita pelo prompt de comando e simplesmente odeio fazer algumas coisas via linha de comando, como ler emails e gravar CDs, mas não posso nem pensar em fazer o meu trabalho sem conhecer linha de comando e acredito que muita gente se beneficiaria de também conhecer meia dúzia de coisa.
Eficiência, efetividade, produtividade, automação, simplicidade, economia… Tantas palavras não conseguem definir o que é lifehacker, apesar de todas serem parte integrante do sentido que quero aqui.
Fazer as coisas de forma simples, funcional e eficaz, conseguindo o melhor resultado possível no menor período de tempo sempre foi meu objetivo quando executando meu trabalho. Desde o meu amadurecimento profissional percebi que não dava pra levar o ritmo do meu dia-a-dia como nos tempos de faculdade/trampo-de-meio-período-que-durava-umas-12-horas.
Quando você recebe uma tarefa numa grande empresa você precisa entregar ela de volta rápido, senão alguém vai reclamar. Alguém vai perceber que você demorou ou que você não fez. Não tem como varrer pra baixo do tapete nem empurrar com a barriga.
Normalmente começa com o chefe dando uma tarefinha simples pro novo funcionário (no caso eu). A expectativa dele é muito muito baixa, afinal você nem sabe onde fica o banheiro da empresa ainda, quem dirá resolver uma tarefa?
Ai você (no caso eu) resolve as coisas rápido e, depois daquela cara de espanto, o chefe te delega outra tarefinha ridícula. Resolvida logo em seguida começa o loop infinito (while true; do). Mais tarefas, mais soluções, mais tarefas…
Até o momento que atinge o máximo de produtividade possível. Você (ou eu) não consegue mais gerenciar suas atividades. Você (ou eu) está tocando 6 projetos sozinho e de vez em quando ainda fica até mais tarde ou vai em uma reunião de emergência pra quebrar o galho do chefe ou de algum colega.
O que você (ou eu) faz? Espana? Pede pra sair? Assume que é um fraco?
Negativo, amigo. Você usa suas poucas horas de folga (conhecidas como hora da janta, hora de dormir e hora do fretado – porquê hora do almoço você não tem faz tempo) pra estudar como sair desse loop maldito e voltar a ter uma vida.
Minha primeira fonte de informações veio do Efetividade.net, do Augusto Campos. Acessei a primeira vez mais de curioso, já que na minha cabeça o Augusto só podia falar de linux.
Depois de ler vários artigos interessantes, eu vi a indicação dele do livro “A arte de fazer acontecer” e empolguei quando li um resumo do GTD. Comprei logo dois: Um pra mim e um pro meu pai.
O livro é animal e mudou radicalmente meu conceito de gerenciamento de tempo e projetos.
Com conceitos simples e eficazes implementados as coisas começaram a andar nos eixos. Continuei a tocar vários projetos ao mesmo tempo, mas não só consegui limpar minha inbox, como também ler e processar os cerca de 300 emails diários que passavam pela minha caixa de entrada.
Bem na época que as coisas estavam críticas também entrou uma pessoa nova no time e eu fiquei de “mentor”. Por isso a parte de “delegar” também foi ativada e quando eu percebi já estava tendo uma conversa com o meu team leader sobre novos projetos que eu queria tocar.
Pouco tempo depois eu pediria demissão e mudaria aqui pro Canadá, com um novo trampo e começando novamente o ciclo que citei ali em cima.
A única diferença é que agora eu já conheço GTD e já sei como implementá-lo no meu dia-a-dia. E por isso os dias estão sendo muito chatos.
As poucas tarefas que recebo eu executo rapidamente e, já prevendo que ela possa aparecer de novo, eu já implemento algum tipo de automação pra ela, assim da próxima vez vou demorar apenas alguns segundos para executar o que demorei algumas horas na vez inicial. E isso tem dado resultado.
O chato é que atualmente consigo resolver todas as minha tarefas diárias no trabalho antes das 11hrs (eu entro 09:30). Estou na torcida pra aparecer mais coisa logo, já que viciei em GTD e as coisas ficam muito sem graça quando não tenho como implementá-lo por falta de tarefas….
Infelizmente o acesso internet no serviço é muito restrito e não consigo fazer quase nada além de trabalhar. Mesmo pra checar meu email pessoal eu tenho que ir até um dos “quiosques” de acesso livre pra poder fazer isso.
Se você é workaholic igual eu e está quase no máximo da sua produtividade, aprenda sobre GTD e busque informações sobre Lifehack. Até coisas simples, como tirar e dobrar uma camiseta em 10 segundos, podem te ajudar a ter um dia mais produtivo e com horas de folga no final e ajuda na tal da “qualidade de vida”.
De brinde, fica uma frase que vi uma vez estampada nas paredes de um cliente: “Rapidez é a essência. A perfeição é muito cara e demanda tempo e dinheiro demais.”